#Magazine Luiza lança supermercado na internet

A varejista Magazine Luiza entrou em mais um ramo de atuação. A partir do mês de outubro, o e-commerce da companhia passa a competir também no segmento de mercado – com produtos para cuidados com o cabelo, higiene pessoal, cuidados do corpo, cuidados com a roupa, limpeza da casa, cuidados do bebê e ainda itens como cápsulas de café, fórmulas infantis, achocolatados etc.

(mais…)



#Empresário cria sistema de água mineral em residência “por assinatura”

Como outra alternativa aos tradicionais galões e garrafas de água, o pernambucano Henrique Hissa desenvolveu em 2002 o Sistema Blu

O conceito de serviços por assinatura vem sendo cada vez mais adotado em novos negócios de diferentes nichos do mercado. Já é comum consumir música, filmes e programas de TV dessa maneira, então, por que não adquirir um recurso vital, como água mineral, também por assinatura? Essa foi uma das ideias que o empresário pernambucano Henrique Hissa, 45, desenvolveu e nomeou de Sistema Blu.

(mais…)


#Conheça o 1º supermercado brasileiro em que clientes podem trocar lixo reciclável por comida

Acre existe SIM – e está dando um banho de sustentabilidade nos demais Estados do país. A região acaba de ganhar o primeiro supermercado brasileiro em que é possível comprar comida com lixo reciclável. Estudando a realidade de Marechal Thaumaturgo, cidade no extremo leste do Acre, o brasileiro naturalizado belga Marcelo Valadão criou o Troc Troc: um supermercado sustentável.

(mais…)


#Como transformar ameaça em oportunidade

Clientes, Fornecedores, Concorrência, Política, Ações do Governo e Crise, são alguns componentes do cenário externo que podem surpreender os estrategistas em busca de oportunidades.

A Pesquisa de Sobrevivência realizada pelo Sebrae em 2016 com clientes que fecharam seus negócios, destaca que Menos Impostos e Encargos (52%) e mais Clientes (28%) seriam fatores que contribuiriam para se evitar o fechamento dessas empresas. O ambiente externo é o que concentra esses e demais aspectos que são características de ameaças aos negócios para alguns analistas. Outros já identificam nesses ambientes oportunidades.

(mais…)


#Skyn recruta críticos de hotelaria para eleger os melhores hotéis para fazer sexo no Brasil

Campanha “SKYN Lugares de Intimidade” vai selecionar três casais para conhecer hotéis pelo país e identificar os 10 melhores locais de intimidade. O clima, a decoração e até o cheiro de um lugar podem influenciar na hora da transa. Um carpete macio, um aparador, um sofá confortável… tudo conspira para o momento ser inesquecível. E SKYN quer saber dos casais quais são os melhores hotéis no Brasil para o sexo ter um componente extra e o momento de intimidade ser ainda mais prazeroso.

(mais…)


#Vending machines: para todos os segmentos do varejo

Além dos refrigerantes e snacks, vending machines têm potencial de movimentar mais de R$ 1 bilhão

Acessórios para celular e outros gadgets, cosméticos, livros, flores e guloseimas: as possibilidades são quase infinitas quando falamos de vending machines. São mais de 80 mil máquinas instaladas em todo o Brasil – com potencial para movimentar cerca de R$ 1 bilhão em 2016. E esse número não chega nem perto do observado no Oriente, onde existe uma vending machine para cada 23 habitantes (aqui a proporção e 1/2500). Porém, o mercado cresce rapidamente, conquistando diversas marcas.

(mais…)




#16 iniciativas ousadas de varejistas de alimentos mundo a fora que valem a pena conhecer

Reduzir o atendimento, a mão-de-obra, investir na tecnologia da loja e oferecer conveniência são apenas algumas tendências que os varejistas estão tentando capitalizar nos dias atuais. A maioria dos varejistas dar pequenos passos graduais e progressivos em direção a essas oportunidades, alguns porém optam por serem os primeiros a mergulhar de cabeça na inovação. Aqui estão alguns varejistas que oferecem intrigantes conquistas nas tendências mais proeminentes do setor.

(mais…)


#Aplicativo permite você comprar comida com até 80% de desconto

Food for All é um aplicativo de celular que ajuda a reduzir o desperdício de alimentos, permitindo que os usuários comprem uma ótima comida que os restaurantes não venderam no final do dia, até 80% mais barato. Na prática o aplicativo permite que as pessoas tenham acesso e comprem alimentos que os restaurantes não venderam e que no final do dia seriam desperdiçados, antecipando uma demanda.

(mais…)


#GPA lança aplicativo que permitirá à indústria promover ofertas exclusivas em suas lojas

A ferramenta faz parte da estratégia digital do grupo e também de uma mudança de cultura em sua relação com o público e os fornecedores

O Meu Desconto, App (aplicativo) do GPA (Grupo Pão de Açúcar), estará disponível para o público a partir de 29 de junho. A nova ferramenta vai proporcionar ofertas personalizadas conforme os hábitos de consumo dos clientes.

(mais…)




#Modelo de e-commerce de marketplace se consolida

Modelo já representa 25% do e-commerce no país

Marketplace é um portal de e-commerce colaborativo. Trata-se de um shopping virtual com dois níveis de acesso, um para consumidores e outra para lojistas. O lojista de um segmento de nicho ou não, dependendo da proposta do Marketplace, pode vender seus produtos através de um Marketplace de terceiros e o cliente, dentro de um só lugar, encontra produtos de diversos fornecedores e marcas.

(mais…)



#8 tendências do futuro do varejo – e quem já está lá

EXAME.com conversou com diversos especialistas para entender as principais inovações e as empresas que já estão na frente

São Paulo – A forma como compramos está mudando drástica e rapidamente. O crescimento das vendas pela internet, consumidores mais exigentes e o avanço da tecnologia obrigam empresas a transformar seu modelo de negócios – e, muitas vezes, até sua mentalidade.

(mais…)


#Com estratégia omnichannel, Grupo Boticário quadruplica vendas

Diretor da companhia cita detalhes da jornada digital e internacionalização do modelo

A adoção de um modelo omnichannel, tendência do varejo que converge os canais de vendas utilizados por uma empresa, impulsionou as vendas do Grupo Boticário em quatro vezes. A informação foi compartilhada por Guilherme Farinelli, diretor de e-commerce e estratégia digital da companhia, durante participação no VtexDay, evento com foco em e-commerce e varejo, realizado nesta quarta-feira em São Paulo (SP).

(mais…)



#Concessionária cria máquina de vender carros de 15 andares

Em Singapura, uma concessionária de carros usados resolveu inovar: montou seu showroom de carros expondo-os em 60 vagas de um prédio de 15 andares. Conhecida como a “maior máquina de vendas automáticas de carros de luxo do mundo”, a Autobahn Motors permite aos clientes que chegam no piso térreo escolherem qual carro gostariam de ver a partir de uma tela sensível ao toque.

(mais…)


#A reinvenção da loja: comércio agrega outros serviços para não perder clientes

RIO – É um salão de beleza com serviço de manicure, depilação, barba e bigode — mas também é um bar com sinuca, videogames e mesa de pôquer. Outro caso é uma loja que tem todo o mostruário, mas não tem estoques e, no meio das roupas, pode-se dar uma paradinha em um café. E, por fim, existe um lugar especializado em quimonos, mas que também vende camisas e saias, tudo de marcas diferentes.

(mais…)


#5 mitos sobre criatividade que precisamos esquecer

Inovação, invenção, genialidade… chega de confusão. Entenda o conceito de criatividade – e como ela se aplica aos negócios – de uma vez por todas

Criatividade, inovação, pensar fora da caixa e outros termos da moda viraram palavras de ordem nas empresas. Mas falar e exigir é mais fácil do que trabalhar e criar uma cultura corporativa onde as pessoas possam se manifestar sem receio de represálias — o que é apenas um começo. A criatividade, mesmo desejada, é desestimulada e esmagada pelas demandas do cotidiano.

(mais…)



#Facebook divulga tendências para o marketing até 2020

Nos próximos 36 meses, ao menos 85% dos serviços de atendimento ao consumidor serão realizados sem a presença de seres humanos. Pelo menos é o que indica o “Shifts for 2020”, estudo desenvolvido pelo Facebook IQ, com o objetivo de apontar as principais tendências em marketing e comunicação para o próximo três anos, o trabalho é dividido em partes, e essa primeira foca em cinco ideias, como a representação dos millenials no mercado de trabalho no mundo inteiro.

(mais…)


#6 Hábitos que aumentam a criatividade

Saiba que práticas podem ser adotadas por quem deseja “pensar fora da caixa”

Empreendedores precisam ser mais criativos sempre, seja para criar um negócio disruptivo ou para reinventar processos e criar novos produtos. Uma notícia boa é que é possível estimular o cérebro a sempre “pensar fora da caixa”.

A revista “Inc.” listou, baseada em estudos científicos de universidades americanas, hábitos que aumentam a criatividade. Confira:

(mais…)



#Clicou, comprou: a nova onda das lojas físicas

Quem chega à unidade da rede de lanchonetes Bob’s no BarraShopping, no Rio, encontra uma plaquinha de “Faça seu pedido aqui!” em um local sem nenhum atendente. São os próprios clientes que pedem hambúrgueres, batatas e afins em um dos três tótens espalhados pelo restaurante, ou por um aplicativo desenvolvido em parceria com a Mastercard. Os funcionários estão na cozinha, ou no salão, entregando os pedidos. A exceção são dois atendentes que ficam no salão para ajudar quem ainda não se familiarizou com os tótens, função que a rede espera eliminar em breve.

(mais…)


#Empresa contrata dupla para viajar o mundo e comer em casas de desconhecidos

Inscrições estão abertas até o dia 11 de junho, os candidatos precisam ser experts em gastronomia pois irão avaliar cozinheiros em 42 países.

O Dinneer.com, uma empresa de jantares compartilhados, anunciou que está buscando duas pessoas para “O melhor emprego do mundo”. Os contratados viajarão pelo mundo com todas despesas pagas. O Dinneer faz parte do novo setor de empresas de economia compartilhada, como Uber e Airbnb. A ideia é conectar pessoas que amam cozinhar em casa (anfitriões) com visitantes, pessoas que querem uma experiência gastronômica nova que fuja do tradicional restaurante.

(mais…)




#Virando a Loja 360º

Como fazer uma mudança de 360º na sua loja e transformá-la em uma máquina de vendas, de aumento de rentabilidade e de fidelização de clientes

O pequeno varejo tem apresentado crescimento significativo nos últimos anos no Brasil. Isso também significa dizer maior concorrência do segmento, tanto entre as lojas de vizinhança, como com os grandes players nacionais como o Pão de Açúcar, Wal-Mart e Carrefour, representados até o momento pelo Extra Perto e o Carrefour Bairro, lojas de bairros.

(mais…)




#Como o empreendedor pode ampliar os ciclos de vidas dos formatos de negócios online

Conheça o Marketplace PromoVende

Assim como os produtos e serviços, os negócios e os segmentos de mercado, também passam por ciclos de vida. Alguns podem durar centenas de anos. Outros, porém não chegam a entrar na “adolescência” e simplesmente desaparecem. No mundo virtual essa afirmação é mais verdadeira e real do que no mundo físico. A cada ano negócios e modismos são criados, enquanto outros somem do mercado, ou são representados por um número pequenos de players.

No final de 2.010 pipocavam empresas de cupons de descontos e compras coletivas em todos os cantos do país. Todos queriam ter o seu próprio Grupon ou Peixe Urbano. Milhares de empreendedores, entraram nesse novo segmento de mercado. Paralelo a esse período, surgiu um outro movimento bastante interessante, que foi o de criação de lojas no Facebook. Enquanto o Facebook não se declarava como um sistema de vendas, muitos empreendedores e até players consagrado no mercado corriam para criarem suas lojas, as famosas f-stores ou f-commerce. Empresas foram criadas ao redor do mundo, para suprir essa demanda, inclusive com a entrada de grandes players físicos nesse mercado, como o Magazine Luíza. Foram criados Shoppings Virtuais ou Marketplaces para vender produtos na Plataforma. Depois de alguns anos, o que se observa? A derrocada de um sonho, milhares de empreendedores brasileiros fecharam suas empresas de cupons e suas lojas virtuais no Facebook, amargando prejuízos enormes.

Passados alguns anos, estamos vivendo um novo ciclo, semelhante aos anteriores. Os empreendedores descobriram o que a Amazon já conhece e vem fazendo há muitos anos: O Marketplace, Shoppings Virtuais, onde o consumidor pode comprar vários produtos de vários lojistas e realizar apenas um pagamento de forma prática e rápida.

Hoje, pessoas de todas as partes, querem criar seus próprios marketplaces, sonham em ser o próximo Mercado Livre, maior marketplace do mundo, com 110 milhões de usuários cadastrados e uma das 50 páginas com mais visualizações do mundo e o marketplace mais acessado do planeta. Outros players gigantes do mundo físico, também aderiram à moda, como o Walmart e a CNova (Ponto Frio, Casas Bahia, Extra, Cdiscount), outros originais nasceram e cresceram somente no mundo virtual como Dafiti e Netshoes, para ficar em dois exemplos.

Em 2.016 uma das maiores empresas do mundo, a japonesa Rakuten, extremamente competente e qualificada, anunciou mudanças no seu plano dentro do Brasil. Segundo informações publicadas na imprensa, a multinacional optou por parar de investir no formato marketplace. Sendo assim, será que é tão fácil ou barato montar um marketplace de sucesso?

Com certeza que não. Empreender no Brasil é muito difícil, ainda mais em se tratando de startups, cujo a maioria dos empreendedores, dispõem de pouco ou quase nenhum capital, para iniciar suas operações e não têm muito apoio ou suporte do mercado financeiro.

Alguns erros comuns, podem ser evitados, para diminuir a possível mortalidade desse novo e promissor modelo de negócio, entre eles:

  1. Não desenvolver um plano de mídia e subestimar o investimento total

Negócios online requerem mais do que estrutura física. Precisam de altos volumes de investimento em mídias digitais. Em negócios online, boas taxas de conversão só são alcançadas depois que o cliente tem a certeza da seriedade da loja vendedora e só é possível após alguns anos e altos investimentos em publicidade. Para isso, você deverá sim, investir uma quantia razoável em mídia digital e até offline. E mesmo assim, a taxa de conversão não deve passar de 1%. É isso mesmo, o empreendedor pode se dá por satisfeito com um retorno assim.

  1. Identificar corretamente os custos que envolvem um marketplace

Os principais custos que envolvem um operação de marketplace, geralmente são: gerar o tráfego (mídia), cobrança do cliente (meio de pagamentos), análise de risco (fraude), webstore (plataforma de vendas). Além do retorno do investimento, que será o resultado da margem de ganho aplicada, sobre o valor das vendas. As análise feitas por especialistas, mostram que esses custos, mais uma margem mínima de 2% chegam a 20% do total do faturamento. Portanto, se você cobrar taxas de administração (comissão sobre as vendas), inferiores a 20%, estará trabalhando de graça e ainda ganhando alguns prejuízos mensais.

  1. Modelo mercadológico de lojas físicas ou pessas “offline”

Em relação a essa questão uma das maiores dificuldades para os marketplaces é a tutela, a proteção, o cuidado em cima do conteúdo (produtos postados), enviado por seus lojistas. Ou se faz isso bem feito, com uma grande equipe para validar o cadastramento, a foto e gerar conteúdos diferenciados, para que os buscadores indexem corretamente a loja, ou o negócio corre o risco de morrer ai mesmo. Contudo, esse ainda não é o maior gargalo. Esse atende pelo nome de “Controle de Estoques” e que têm feito muitas operações fracassarem.

  1. Sistema de entrega/garantia/trocas/devoluções

Essas são as maiores responsáveis pelo número exorbitante de reclamações, insatisfações por partes dos clientes, além dos problemas relacionados aos órgãos de proteção do consumidor e por conseguinte as perdas geradas por isso. Essa variável também tem sido fatal para esses negócios.

Mas nem tudo, é tão desfavorável, para esse tipo de negócio. O empreendedor que está pensando em entrar nesse segmento, precisa pensar antes de tudo em diferenciais, que possam amenizar as variáveis negativas e talvez até fazer delas, diferenciais positivos.

Não é sonho, estamos falando de realidade. Para ilustrar isso, uma ferramenta de vendas online lançada recentemente no mercado, fez exatamente isso, o Promovende, um marketplace de vendas de produtos com pequenos defeitos, defeitos de fabricação, depreciados, encalhados, fora de linha, de liquidação, de saldão, de bota fora, de outlet, de brechó, usado novo, próximo do vencimento, pequenos negócios, produtos de lojas de fábricas, sazonais, sucata e descarte, serviços de locação ou doação de qualquer natureza, exceto dinheiro.

O modelo de negócio do Promovende tem alguns diferenciais: a entrega dos produtos, que são realizadas no ponto de vendas do lojista/vendedor na plataforma, já que as compras só podem ser realizadas pelo comprador, de lojas de onde ele mora ou trabalha; os problemas derivados da falta de controle de estoques, que são minimizadas com a possível troca/substituição do item comprado, já que o comprador estará na loja e poderá escolher entre outras opções; custos inexistentes para o lojista, como frete/seguro, possibilitando a plataforma cobrar de forma mais adequada sua comissão de vendas. Além desses diferenciais, a plataforma se propõe a resolver um dos grandes gargalos do varejo, os altos volumes de estoques parados nas lojas, derivados de produtos encalhados, com pequenos defeitos, restos de ofertas, obsoletos, fora de moda ou estação, entre outros.

Antes de iniciar um negócio como esse, vale a pena conhecer essas operações inovadoras e principalmente o empreendedor sair do quadrado, pensar diferente e não apenas seguir a manda e cair na armadilha dos modismos.

Fonte: Sebastião Barroso Felix


#Cresce o número de Marketplaces no e-commerce do Brasil

Conheça Marketplace PromoVende

Marketplace é um portal de e-commerce colaborativo. Trata-se de um shopping virtual com dois níveis de acesso, um para consumidores e outra para lojistas. O lojista de um segmento de nicho ou não, dependendo da proposta do Marketplace, pode vender seus produtos através de um Marketplace de terceiros e o cliente, dentro de um só lugar, encontra produtos de diversos fornecedores e marcas.

Para quem compra, a navegação é continua, idêntica à de uma loja virtual, porém com o diferencial de ter acesso a centenas de vendedores/lojista em um único site. Basta que o cliente escolha o(s) produto(s) que quer comprar e finalizar a compra com um único pagamento, inclusive com um único valor de frete também, independente se a compra inclui produtos de diversos vendedores. Depois de aprovada a compra o sistema divide o(s) pagamento(s) entre administrador, lojista e integrador de pagamento, permitindo maior liberdade e transparência entre as partes envolvidas.

O marketplace pode ser construído para atender a um determinado segmento ou como um shopping virtual com departamentos e lojas de diferentes segmentos de mercado, para atender vários públicos distintos, como é o caso da maioria dos sites brasileiros de e-commerce que trabalham com esse formato.

Como parte da solução de um problema o markeplace precisa ter diferenciais competitivos, para crescer no mercado, já que a briga é muito grande. Os maiores players de e-commerce operam em formato de marketplace. O caminho então passa pela segmentação de mercado. Para ter sucesso, é importante o markeplace focar em determinado segmento de mercado ou determinada necessidade do consumidor.

No caso de marketplaces segmentados, que começam a se espalhar pelo País, eles buscam atender a determinadas necessidades de produtos e ou serviços por parte dos consumidores, ser uma nova solução de canal de vendas para um de determinado segmento de empresas ou mercado.

O marketplace também pode surgir de uma oportunidade de negócio inexplorada ou até ser a solução de um determinado problema para seus vendedores/lojistas. O caso mais inovador do mercado brasileiro atualmente e do markeplace Promovende, que além de se apresentar como mais uma opção de canal para um nicho de mercado inexplorado, ele busca resolver um problema das empresas e de quebra, ainda oferece aos consumidores finais, produtos e serviços com descontos acima de 50%.

O marketplace focou em resolver um problema/gargalo enfrentado por vários segmentos de mercado, que são os altos volumes de produtos que não vendem mais, ampliando demasiadamente os estoques das empresas, comuns em lojas de vestuário, calçados, brinquedos, presentes, móveis, decoração, material de construção, auto peças, lojas de informática, utilidades, entre outras e que na maioria das vezes, inviabilizam o negócio. Os estoques encalhados, produtos fora de linha, obsoletos, com pequenos defeitos, defeitos de fábrica, sobras de saldões, de liquidações, fora de estação, moda ou coleção, além dos produtos de vendas sazonais (que ocorrem só em determinada época/período) representam um grande problema para as empresas de diversos segmentos.

O marketplace se propõe a resolver, ou pelos menos diminuir, esse gargalo das empresas, permitindo que elas vendam seus produtos na plataforma. Além da inovação envolvendo esses nichos de mercado e os seus respectivos problemas, a plataforma também se diferencia das demais, pois a entrega/retirada dos produtos ocorre nas lojas, diminuído custos com frete e possibilitando ao lojista vendedor, vender algo mais, para o cliente que vai até o ponto de venda retirar sua mercadoria, além do acesso a suas informações pessoais e de contato no momento da entrega.

Nesse momento de mercado retraído, baixas nas vendas, baixo poder aquisitivo da população, custos operacionais cada vez maiores, medidas que visem diminuir custos e aumentar vendas, são muito bem vindas, e diferenciais competitivos como os apresentados pelo markeplace Promovende, são fundamentais para as empresas inovarem e permanecerem no mercado.

Por: Sebastião Barroso Felix


#Amazon faz a sua primeira entrega de pedido via drone

check-out-01
Assista o Vídeo do Curso Prático

A Amazon divulgou nesta quarta-feira (14) que fez na semana passada a sua primeira entrega de produtos via drone, levando uma caixa com uma unidade de seu gadget Fire TV e um pacote de pipocas.

A ação foi realizada em uma região rural na Inglaterra perto de Cambridge, em um vôo de drone que levou cerca de 13 minutos. A entrega foi feita de forma completamente autônoma, sem um piloto humano.

Um video divulgado pela empresa mostra o produto saindo de uma estação de envio usada pela empresa e aterrisando no quintal do cliente. De acordo com o Wall Street Journal, a entrega marca o inicio das operações do programa de drones da Amazon, que promete entregar encomendas em meia-hora ou menos.

A iniciativa foi aprovada no Reino Unido, depois de três anos de tratativas com meios de regulação. Entretanto, a expansão do serviço da Amazon será feita com cautela, começando em áreas menos populosas, com maior facilidade para a realização de testes, e gradualmente se estendendo para outras regiões. Caso a iniciativa vingue, a Amazon terá um ás na manga para competir com serviços como UPS e FedEx, assim como aumentará o controle de suas entregas.

Outro ponto positivo esperado pela gigante do e-commerce é a redução nos custos de suas entregas, que aumentaram 43% somente no terceiro semestre de 2016. Ainda assim, a companhia terá que lidar com diversas limitações e perigos com esta logística. Os drones atuais ainda não possuem uma grande autonomia de vôo, o que impossibilita trajetos longos para a entrega.

Além disso, existe o perigo dos drones serem derrubados interceptados por pessoal mal intencionadas. De qualquer forma, ao dar o pontapé inicial de seu projeto de drones na Inglaterra, a empresa poderá ter o exemplo que falta para vencer a resistência das agências reguladores nos Estados Unidos.

Para operar no Reino Unidos, entretanto, a Amazon teve que atender alguns requisitos. As entregas no país só serão realizadas durante o dia, quando as condições climáticas estiverem favoráveis. Além disso, os produtos não pesarão mais que três quilos.

Fonte: The Wall Street Journal