#Consumo colaborativo cresce e 40% das pessoas trocam hotel por casa de terceiros

De acordo com o estudo, 79% dos consumidores disseram que a economia compartilhada torna a vida mais fácil

Uma pesquisa inédita do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que o consumo colaborativo vem crescendo no país. Segundo a pesquisa, 40% dos brasileiros, por exemplo, já trocaram a hospedagem em hotel por casas de terceiros.

(mais…)


#Mercado global de cerveja artesanal deve chegar a US 502,9 bilhões em 2025

Espera-se que o mercado global de cervejas artesanais atinja US 502,9 bilhões em 2025, de acordo com um novo relatório da Grand View Research, Inc. Espera-se que o mercado assuma um crescimento substancial ao longo do período de previsão em função da crescente demanda por produtos de baixo teor de álcool em volume (ABV) e cerveja aromatizada.

(mais…)


#Implantação de checkouts de auto-pagamento alcançaram recorde em 2016

Um recorde de 49.000 terminais de auto-pagamento foram entregues aos varejistas em todo o mundo no ano passado. As remessas para os varejistas dos EUA subiram cerca de 155% em 2016, mais do dobro do crescimento do ano anterior e refletindo o aumento do investimento em sistemas de auto-pagamento por alguns dos maiores varejistas dos EUA, de acordo com um novo estudo da empresa de consultoria estratégica RBR.

(mais…)


#5 canais que devem ser essenciais para o varejo até 2020

Especialista lista os canais que são oportunidades para o varejo comercializar produtos e serviços com o auxílio da tecnologia. Sim, eles já existem

A digitalização da sociedade traz uma nova dinâmica. No Brasil, 58% da população utiliza internet, sendo que 90% destes o fazem por meio de dispositivos móveis, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

(mais…)


#Lojista, cuidado com os Shopping Centers

Em 2.015 os shoppings fecharam o ano com 139.738 lojas. No final de 2.016 haviam em todo o Brasil 121.638 lojas em shoppings. No último levantamento feito em maio de 2.017 pela ABRASCE – Associação Brasileira de Shoppings Centers, as lojas somavam 99.990, mesmo considerando que em 2.016 foram inaugurados dezenove novos shopping em todo o País.

(mais…)


#Brasileiro adora uma promoção, comprova pesquisa

Oferta é levada em consideração em 25% das ocasiões de compra

Brasil está entre os países com maior potencial de compras promocionais, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pela Kantar Worldpanel, empresa global especializada em comportamento de consumo. O índice nacional é de 40,1% à frente de Argentina (40%), Reino Unido (38%), Itália (34,5%), Holanda (20,6%), Alemanha (17,4%), Espanha (14,5%) e França (13,5%).

(mais…)




#Amazon compra Whole Foods em negócio de US 13,700 Bilhões

A Amazon fez talvez a maior aposta na área de mercearia com a proposta de compra de US $ 13,7 bilhões pelo o Whole Foods, gigante de alimentos orgânicos e naturais. A compra da Whole Foods complementará as outras iniciativas da Amazon na área de supermercados, incluindo seu conceito de varejo Amazon Go e AmazonFresh, sua operação de entrega online.

(mais…)


#Supermercado vende apenas alimentos que seriam jogados fora

Em Colônia é aberto o primeiro mercado na Alemanha que vende somente produtos vencidos ou que seriam desperdiçados. Objetivo não é o lucro

O primeiro supermercado alemão a vender somente produtos vencidos ou que seriam jogados fora foi aberto na cidade de Colônia. De idosos curiosos a comprometidos contra o desperdício de alimentos, todos que foram ao mercado The Good Food, inaugurado em 4 de fevereiro, mostraram-se animados pela abertura de uma loja diferente de tudo que já tinham visto.

(mais…)


#Prestação de serviços é o segmento mais escolhido pelos empreendedores brasileiros

Em busca de comodidade e flexibilidade, cada vez mais os profissionais estão deixando de lado a Carteira de Trabalho e abrindo seu próprio CNPJ

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatista, o número de profissionais liberais e autônomos aumentou 10,5% nos últimos 4 anos no Brasil. Atualmente, com as novas relações de consumo sustentável, relação de trabalho e o aumento no uso de serviços de tecnologia, é possível unir o útil ao agradável: trabalhar em casa ou ter flexibilidade de horário na empresa.

(mais…)





#E-commerce para supermercado: um retrato do consumidor

Para o supermercadista esta informação é valiosa, pois conhecer o seu principal público consumidor representa uma oportunidade para estabelecer estratégias de vendas e fidelização dos clientes.

A demanda de consumo por compras online em supermercados vem aumentando consideravelmente e o consumidor, de maneira geral, procura por conforto e comodidade.

(mais…)



#Consumidores estão indo menos ao supermercados tradicionais

Depois de dois anos de queda em 2014 e 2015, uma leve melhora em 2.016 e 2.017 porém ainda insatisfatória.

De acordo com acompanhamento realizado pela ABRAS em parceria com a Kantar Wordpanel em Janeiro de 2.017 os consumidores foram 3,8 vezes aos supermercados. O número é ligeiramente maior do que em Janeiro de 2.016, que foi de 3,6 vezes, entretanto o número ainda é menor do que o de Janeiro de 2.014 que foi de 4,0 vezes ao mês. Uma queda de 5,2% no período.

(mais…)








#O que é Cross Merchandising?

dsc04867


Assista o Vídeo do Curso Prático

Cross Merchandising é uma técnica que tem por finalidade cruzar (cross) os produtos no ponto de venda que tenham entre si relação direta de consumo destacando-os entre os demais (merchandising). Essa técnica serve para lembrar o consumidor do produto (gerar interesse de compra) quando estiver comprando outro item.

Objetivos

O objetivo do cross merchandising é aumentar as vendas de produtos que normalmente são esquecidos pelos clientes, e que através de técnicas de estímulo por associação passam a adquiri-lo por impulso ou conveniência.

Exemplos

• Quando uma pessoa entra em um supermercado para comprar cerveja, vai até a prateleira onde está o produto e ao encontrá-lo visualiza bem ao lado das cervejas alguns pacotes de amendoim ou outros salgadinhos (petiscos) dando a entender que é uma combinação perfeita para acompanhar a cervejinha. Então o consumidor associa o produto com a cerveja e resolve levar alguns pacotes, sem perceber foi envolvido por uma forte estratégia de cross merchandising.
• Outro exemplo de cross merchandising é bem visível no ponto de venda dos leites, pois sempre que o consumidor vai ao mercado costuma comprar leite por isso é comum encontrar junto do ponto de venda do leite alguns achocolatados e cereais, pois quando o consumidor vai comprar o leite e visualiza os produtos (achocolatados ou cereais), mesmo que não premeditou a compra mais por ter visto o produto gerou a vontade e acaba levando-o por impulso ou conveniência.

Vantagens

• Uma das vantagens é que o investimento é praticamente zero, pois colocar um produto junto com o outro, a princípio, não custará mais nada a você e ao seu estabelecimento.

• As vendas desses produtos podem ter um acréscimo de até 15% a mais do que venderiam se estivessem apenas no seu ponto natural.

• Outra vantagem é que com essa estratégia a loja passa a oferecer mais produtos, facilitando a vida do consumidor que, ao chegar em casa, percebe que esqueceu de comprar o queijo ralado para colocar em sua macarronada, que se estivesse em um cross merchandising normalmente não esqueceria.

• Como irá aumentar as vendas de diversos fornecedores, nada mais justo que obter desconto maior no preço de custo ou na própria venda do espaço extra a ser desenvolvido o cross merchandising.

Fonte: administradores.com


#Quatro tendências que devem impactar o consumo no Brasil em 2017

dsc01145

 

Assista o Vídeo da Loja da Amazon

Especialistas da Mintel discutem as quatro principais direções que impactarão o mercado brasileiro no próximo ano, incluindo as implicações para os consumidores e marcas

Com o foco em 2017, a analista de Tendências, da Mintel, Graciana Méndez, e o analista de Pesquisa, Andre Euphrasio, discutem as quatro principais direções que impactarão o mercado brasileiro no próximo ano, incluindo as implicações para os consumidores e marcas. Liberte-se; Conte com as Marcas; Saia da Caixa, e (Não) Aja Conforme a sua Idade são as quatro tendências identificadas pela Mintel que irão pautar os negócios no próximo ano. Confira:

1. Liberte-se

Ao mesmo tempo em que os brasileiros se esforçam para equilibrar suas vidas, eles procuram evitar ingredientes e práticas nocivas e não-sustentáveis. E voltam-se para opções alternativas e free-from para usufruírem do prazer sem sofrimento.

Graciana Méndez, analista de Tendências, da Mintel, diz:

“Os consumidores estão se tornando mais desconfiados e informados sobre os produtos. Eles prestam mais atenção em relação aos seus ingredientes, de onde vêm, como são produzidos e quais impactos causam na sua saúde. Quando consideram suas dietas e hábitos alimentares, inimigos como açúcar e gordura são apenas dois dos muitos ingredientes que pretendem evitar. De acordo com a Mintel, cerca de 42% dos consumidores de pão dizem não comer pão, ou produtos de panificação com mais frequência, por serem muito ricos em calorias, açúcar e carboidratos. Atualmente, os inimigos das dietas saudáveis fazem parte de uma longa lista de ingredientes, como aditivos, GMO (organismos geneticamente modificados), glúten, lactose, caseína, carne e álcool.”

“Produtos sem glúten e lactose estão, cada vez, mais populares e os posicionamentos de free-from atingem não somente pessoas que têm requisitos de dietas específicas. De acordo com pesquisa Mintel, 30% dos adultos brasileiros alegam que gostariam de ver disponíveis uma maior gama de produtos saudáveis, não apenas light ou orgânicos, mas também sem glúten, sem lactose, com colágeno, etc.”

“Entretanto, se alimentar de forma saudável continua um grande desafio. Mas o mercado está repleto de oportunidades, já que metade dos consumidores brasileiros, 47%, alegam estar interessados em testar serviços que entreguem refeições saudáveis em suas casas. Eles estão realmente à procura de melhores alternativas, mas nem sempre estão dispostos a trocar o prazer pela saúde. Portanto, as marcas começam a responder a essa demanda ao produzirem alimentos que combinem saúde e prazer.”

“A demanda do consumidor por alimentos à base de plantas continua a crescer e poderemos ver nomes do fast food lançarem seus próprios hambúrgueres vegetarianos e restaurantes requintados adicionarem pratos veganos gourmet a seus cardápios. Podemos ver mais marcas desenvolverem outros conceitos de “sem álcool”. Além disso, bares sem bebidas alcoólicas podem representar uma interessante oportunidade de negócio, já que podem facilmente atrair o grupo das pessoas que procuram por alternativas free from. Espaços pop-ups também podem ser um formato interessante para quem quiser testar a popularidade dos free-from. Nós também veremos mais marcas desenvolverem alternativas aos tradicionais produtos com alto teor de gordura e caloria, como sobremesas sem lácteos e iogurtes feitos com ingredientes que “sobraram no freezer” e que visam combater o desperdício de alimentos,” conclui Graciana.

2. Conte com as Marcas

Enquanto as organizações governamentais continuam a enfrentar desafios, as marcas estão chegando para ajudar e apoiar comunidades.

Andre Euphrasio, analista de Pesquisa, da Mintel, diz:

“A crise chegou ao Brasil, e em resposta o governo reduz gastos e aumenta impostos. Mesmo com a expectativa de que a economia começará a se recuperar em 2017, ainda veremos os sinais da crise. Empresas aproveitam a oportunidade e fazem a sua parte para criar uma sociedade melhor para seus cidadãos em áreas em que os recursos públicos são escassos. Vemos companhias no Brasil se engajarem em iniciativas para melhorar comunidades e bairros, seja aprimorando as escolas locais ou em programas mais abrangentes por toda a cidade. Ao mesmo tempo, as marcas também ajudam os cidadãos a aprenderem, e a se envolverem em política, ao discutir democracia e mostrar como o país funciona, estimulando-os a pensar de forma mais inteligente em suas escolhas políticas e a serem ativos.”

“Enquanto o Brasil passa por uma fase política complexa, nós temos visto marcas promovendo discussões políticas e testando a honestidade das pessoas. E a pesquisa da Mintel destaca como os consumidores têm uma opinião positiva de empresas que efetivamente fazem o bem. De fato, ela mostra como é imperativo que as marcas ajudem a aliviar os problemas sociais e ambientais, já que 35% dos brasileiros acreditam que os mercados varejistas deveriam ter uma participação maior em reciclagem.”

“Ser sustentável, apoiar programas de reciclagem e usar materiais reutilizáveis são atividades importantes que irão ajudar as marcas a ganharem a confiança do consumidor. As campanhas, aplicativos e plataformas que permitam que as pessoas contribuam para um meio ambiente melhor, seja transformando uma cidade ou ajudando pessoas, de forma simples e fácil, verão um alto nível de engajamento. As marcas também devem incorporar novas tecnologias como Realidade Virtual ou transmissão ao vivo para provar aos consumidores que seus esforços éticos são reais, permitindo que eles as vejam em ação.“

“De uma forma geral, as empresas que buscam ganhar a confiança dos consumidores devem explorar como elas podem causar um impacto positivo em suas vidas. Para que as pessoas se tornem leais consumidoras, as marcas devem ir além da oferta de produtos e provar que querem ser parte de um projeto maior. A fim de parecerem genuínas aos olhos do consumidor, as empresas irão se beneficiar ao escolher com cuidado quais causas ou valores irão apoiar e, em contrapartida, irão aumentar a consciência sobre sua própria marca,” conclui Euphrasio.

3. Saia da Caixa

Mais benefícios significam mais valor. As empresas estão tirando maior proveito de suas marcas ao expandirem-se para novos territórios e ao atenderem uma variada necessidade dos consumidores.

Andre Euphrasio, analista de Pesquisa, da Mintel, diz:

“Consumidores com pouco dinheiro podem se beneficiar de produtos multiuso. Cada vez mais vemos produtos oferecendo múltiplos benefícios, que podem ser posicionados como pertencentes a diversas categorias simultaneamente. Além de dinheiro, os produtos multifuncionais ajudam as pessoas a economizarem tempo e esforço em nossa sociedade acelerada.“

“A pesquisa da Mintel mostra como os brasileiros tornam-se mais conscientes em relação ao dinheiro e buscam melhores ofertas numa tentativa de obter custo-benefício. Por exemplo, 47% dos brasileiros estão analisando melhor a escolha de seus gastos e 35% diminuíram as compras por impulso. Para enfrentar esse cenário, as marcas estão criando produtos ou serviços destinados a economizarem o tempo e o dinheiro das pessoas, seja explorando uma nova categoria ou desenvolvendo produtos que possam ser combinados com diferentes benefícios ou usados em diferentes ocasiões. Os operadores que conseguirem agregar valor aos seus produtos, sem aumento de preços, certamente serão bem-vindos.”

“Recentemente, observamos que uma marca de sucos em pó lançou uma variedade cola, afirmando que tem sabor muito semelhante a de um refrigerante, e que é 67%, em média, mais barato que a versão original em garrafa. Nós também observamos que uma marca multinacional da área esportiva fez uma parceria com uma marca nacional de sucos para lançar uma água de coco, o que beneficiou ambas as partes.”

“Apesar de ainda cautelosos, à medida em que a economia se fortalece, os consumidores começarão a pensar em gastar novamente. Marcas estabelecidas podem se desenvolver graças à confiança que já adquiriram dos consumidores e podem levar seus clientes para novas categorias de produtos e serviços. Marcas que querem se estender para novos territórios terão de proporcionar, genuinamente, um novo benefício, uma vez que ele trará um impacto positivo nas suas vendas a longo prazo.”

“Para que as marcas realmente se aproveitem dessa tendência, elas terão que olhar atentamente para o que oferecem e pensar quais os outros serviços que elas poderiam oferecer para apoiar o estilo de vida das pessoas: um lojista pode abrir suas portas fora do horário comercial para receber um evento comunitário? Uma marca de beleza pode reutilizar uma embalagem? Embora essas iniciativas não mostrem um retorno imediato, no futuro elas serão recompensadas com o aumento da lealdade do consumidor,” conclui Euphrasio.

4. (Não) Aja Conforme sua Idade

Os idosos querem ser ouvidos. Enquanto redefinem o papel que têm na sociedade, eles estão buscando maneiras de levar uma vida ativa, moderna, significativa e independente.

Graciana Méndez, analista de Tendências, da Mintel, diz:

“O aumento da expectativa de vida certamente está trazendo um novo cenário para o Brasil e mudando a percepção das pessoas quanto ao envelhecimento. Grupos demográficos mais velhos desafiam as expectativas sociais, exigindo que suas vozes sejam ouvidas e esperando pelo surgimento de espaços que apoiem seus interesses. Ao mesmo tempo, o número de trabalhadores idosos pode crescer ainda mais diante da futura legislação que pretende aumentar a idade de aposentadoria. Consequentemente, com os idosos desempenhando um papel ainda mais significativo na sociedade, as marcas precisarão encontrar maneiras de incluí-los em seu diálogo com os consumidores.”

“Os idosos certamente estão esperando mais apoio para se manterem atualizados. Pesquisa Mintel mostra que cerca de três em dez, 28%, dos consumidores brasileiros de 55 anos ou mais gostam de ter alguém para mostrar-lhes como usar os aparelhos que compraram numa loja, como por exemplo na hora de adquirir um laptop. Eles podem precisar de ajuda com simples tarefas online que se tornaram parte da rotina da maioria das pessoas: a pesquisa da Mintel mostra que 73% dos consumidores de 55 anos, ou mais, dizem que o processo de compra online é muito complicado, enquanto 25% do mesmo grupo demográfico alega que compraria mais produtos tecnológicos se fossem mais fáceis de usar.”

“Enquanto a influência deste grupo demográfico cresce, veremos mais campanhas não apenas direcionadas a ele, mas o representando de uma maneira verdadeira e realista, como os mostrando usando aplicativos e comprando online. Um outro elemento essencial é o cuidado com a aparência física e cuidado pessoal. De acordo com a Mintel, 26% dos consumidores idosos brasileiros tentam cuidar de si mesmos, como de suas peles e cabelos. Eles procuram por produtos de beleza e moda que combinem com seus estilos de vida ativos. Estamos vendo, cada vez mais, academias de ginástica e marcas de roupa destinadas a eles. Ao mesmo tempo, surgem empresas lançando programas de contratação para profissionais acima dos 60 anos. Como consequência, os profissionais de marketing, que forem capazes de capturar e retratar a natureza mais ativa dos idosos, irão se destacar.”

“Este grupo demográfico foi ignorado no passado, mas agora é a hora de ouvi-los. Contudo, a única maneira em que o departamento de marketing das corporações conseguirá atrair sua lealdade e apoio é modernizando a maneira como eles são retratados na comunicação das marcas. Assim como os idosos atualizaram seu estilo de vida, as ações das empresas devem se adaptar a essa nova realidade, tentando refletir idosos mais ativos, abertos e criativos em suas atitudes em relação à vida,” finaliza Graciana.

Fonte: Administradores.com