#Coaching Organizacional

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O local de trabalho moderno é um ambiente competitivo, no qual uma vasta diversidade de competências, conhecimentos e ações é solicitada aos profissionais. Os métodos tradicionais de gestão e aprendizagem são, atualmente, inadequados para fazer face a estes requisitos, abrindo assim a porta à disciplina de Coaching no local de trabalho. Coaching não é apenas mais uma moda, mas um meio eficiente para melhorar os resultados qualitativa e quantitativamente dentro do local de trabalho. O valor e o prestígio que as pessoas têm vindo adquirir no mundo organizacional tem levado a que um dos investimentos primários das organizações seja no potencial humano. Daí ressaltar a necessidade de desenvolver competências individuais e profissionais de líderes e colaboradores no sentido de promover a auto satisfação pessoal e a auto realização profissional para alcançar o sucesso da organização. Os escassos métodos até então utilizados para promover aprendizagem e o desenvolvimento dos colaboradores tornaram-se obsoletos, surgindo a necessidade de adotar novos processos, daí a crescente importância do Coaching a nível organizacional.

Um vasto conjunto de definições de Coaching centradas no contexto organizacional vêm sendo apresentadas por diversos autores. Para Douglas & Morley (2000), o Coaching constitui-se como “o processo de fornecer as pessoas as ferramentas, conhecimentos e oportunidades de que necessitam para se desenvolverem e se tornarem mais eficazes”.

Fabossi (2009) confere ao processo de Coaching o valioso papel de “desenvolver a capacidade de liderança, melhoria do trabalho em equipe, alinhamento entre metas do profissional e da organização, de modo a elevar a produtividade e a qualidade de vida de quem se submete ao processo.”

Considerando ainda uma publicação da série Harvard Business Essentials (2004) o Coaching apresenta-se como “um processo interativo utilizado por gerentes e supervisores com o objetivo de solucionar problemas de desempenho ou desenvolver competências profissionais. Trata-se de um processo construído por meio da colaboração e baseado em três componentes: ajuda técnica, apoio pessoal e desafio individual. Esses componentes se entrelaçam e sustentam-se pela existência da conexão emocional entre líder e liderado ou gerente e subordinado (Coach e Coachee).”

Segundo a International Coach Federation (ICF) “há Coaching organizacional quando uma organização contrata um ou mais Coaches para trabalhar com pessoas e equipes, tendo em vista facilitar mudanças organizacionais, especificamente no contexto cultural da organização como por forma de atingir resultados acima do esperado. O Coaching organizacional permite “customizar” e dar significado ao esforço de mudança.”

No Coaching Organizacional pretende-se alcançar as metas da organização através do investimento nos Recursos Humanos, ou seja, na integração, retenção e desenvolvimento de talentos. Em suma, “o Coaching aparece nos dias de hoje para promover um desenvolvimento e adaptação saudável do indivíduo X consigo mesmo, com a sua equipe e com a sua empresa, sem que este tenha que seguir conselhos ou orientações do indivíduo Y que pode ter vivenciado situações muito diferentes das suas, e, por isso, este indivíduo Y, e como a palavra indivíduo indica, ter construído um quadro de referências que são individuais, muito suas, e por vezes intransmissíveis na sua essência e naqueles aspectos que dão resultados” (Pereira, 2008, p. 90). Para que qualquer tipo de processo de Coaching implementado numa organização se concretize com sucesso é fundamental que os seus alvos, não estejam apenas presentes, mas que percebam e considerem pertinente a sua integração e se envolvam com convicção no mesmo.

Por: Sebastião Barroso Felix

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