#Como o empreendedor pode ampliar os ciclos de vidas dos formatos de negócios online

Conheça o Marketplace PromoVende

Assim como os produtos e serviços, os negócios e os segmentos de mercado, também passam por ciclos de vida. Alguns podem durar centenas de anos. Outros, porém não chegam a entrar na “adolescência” e simplesmente desaparecem. No mundo virtual essa afirmação é mais verdadeira e real do que no mundo físico. A cada ano negócios e modismos são criados, enquanto outros somem do mercado, ou são representados por um número pequenos de players.

No final de 2.010 pipocavam empresas de cupons de descontos e compras coletivas em todos os cantos do país. Todos queriam ter o seu próprio Grupon ou Peixe Urbano. Milhares de empreendedores, entraram nesse novo segmento de mercado. Paralelo a esse período, surgiu um outro movimento bastante interessante, que foi o de criação de lojas no Facebook. Enquanto o Facebook não se declarava como um sistema de vendas, muitos empreendedores e até players consagrado no mercado corriam para criarem suas lojas, as famosas f-stores ou f-commerce. Empresas foram criadas ao redor do mundo, para suprir essa demanda, inclusive com a entrada de grandes players físicos nesse mercado, como o Magazine Luíza. Foram criados Shoppings Virtuais ou Marketplaces para vender produtos na Plataforma. Depois de alguns anos, o que se observa? A derrocada de um sonho, milhares de empreendedores brasileiros fecharam suas empresas de cupons e suas lojas virtuais no Facebook, amargando prejuízos enormes.

Passados alguns anos, estamos vivendo um novo ciclo, semelhante aos anteriores. Os empreendedores descobriram o que a Amazon já conhece e vem fazendo há muitos anos: O Marketplace, Shoppings Virtuais, onde o consumidor pode comprar vários produtos de vários lojistas e realizar apenas um pagamento de forma prática e rápida.

Hoje, pessoas de todas as partes, querem criar seus próprios marketplaces, sonham em ser o próximo Mercado Livre, maior marketplace do mundo, com 110 milhões de usuários cadastrados e uma das 50 páginas com mais visualizações do mundo e o marketplace mais acessado do planeta. Outros players gigantes do mundo físico, também aderiram à moda, como o Walmart e a CNova (Ponto Frio, Casas Bahia, Extra, Cdiscount), outros originais nasceram e cresceram somente no mundo virtual como Dafiti e Netshoes, para ficar em dois exemplos.

Em 2.016 uma das maiores empresas do mundo, a japonesa Rakuten, extremamente competente e qualificada, anunciou mudanças no seu plano dentro do Brasil. Segundo informações publicadas na imprensa, a multinacional optou por parar de investir no formato marketplace. Sendo assim, será que é tão fácil ou barato montar um marketplace de sucesso?

Com certeza que não. Empreender no Brasil é muito difícil, ainda mais em se tratando de startups, cujo a maioria dos empreendedores, dispõem de pouco ou quase nenhum capital, para iniciar suas operações e não têm muito apoio ou suporte do mercado financeiro.

Alguns erros comuns, podem ser evitados, para diminuir a possível mortalidade desse novo e promissor modelo de negócio, entre eles:

  1. Não desenvolver um plano de mídia e subestimar o investimento total

Negócios online requerem mais do que estrutura física. Precisam de altos volumes de investimento em mídias digitais. Em negócios online, boas taxas de conversão só são alcançadas depois que o cliente tem a certeza da seriedade da loja vendedora e só é possível após alguns anos e altos investimentos em publicidade. Para isso, você deverá sim, investir uma quantia razoável em mídia digital e até offline. E mesmo assim, a taxa de conversão não deve passar de 1%. É isso mesmo, o empreendedor pode se dá por satisfeito com um retorno assim.

  1. Identificar corretamente os custos que envolvem um marketplace

Os principais custos que envolvem um operação de marketplace, geralmente são: gerar o tráfego (mídia), cobrança do cliente (meio de pagamentos), análise de risco (fraude), webstore (plataforma de vendas). Além do retorno do investimento, que será o resultado da margem de ganho aplicada, sobre o valor das vendas. As análise feitas por especialistas, mostram que esses custos, mais uma margem mínima de 2% chegam a 20% do total do faturamento. Portanto, se você cobrar taxas de administração (comissão sobre as vendas), inferiores a 20%, estará trabalhando de graça e ainda ganhando alguns prejuízos mensais.

  1. Modelo mercadológico de lojas físicas ou pessas “offline”

Em relação a essa questão uma das maiores dificuldades para os marketplaces é a tutela, a proteção, o cuidado em cima do conteúdo (produtos postados), enviado por seus lojistas. Ou se faz isso bem feito, com uma grande equipe para validar o cadastramento, a foto e gerar conteúdos diferenciados, para que os buscadores indexem corretamente a loja, ou o negócio corre o risco de morrer ai mesmo. Contudo, esse ainda não é o maior gargalo. Esse atende pelo nome de “Controle de Estoques” e que têm feito muitas operações fracassarem.

  1. Sistema de entrega/garantia/trocas/devoluções

Essas são as maiores responsáveis pelo número exorbitante de reclamações, insatisfações por partes dos clientes, além dos problemas relacionados aos órgãos de proteção do consumidor e por conseguinte as perdas geradas por isso. Essa variável também tem sido fatal para esses negócios.

Mas nem tudo, é tão desfavorável, para esse tipo de negócio. O empreendedor que está pensando em entrar nesse segmento, precisa pensar antes de tudo em diferenciais, que possam amenizar as variáveis negativas e talvez até fazer delas, diferenciais positivos.

Não é sonho, estamos falando de realidade. Para ilustrar isso, uma ferramenta de vendas online lançada recentemente no mercado, fez exatamente isso, o Promovende, um marketplace de vendas de produtos com pequenos defeitos, defeitos de fabricação, depreciados, encalhados, fora de linha, de liquidação, de saldão, de bota fora, de outlet, de brechó, usado novo, próximo do vencimento, pequenos negócios, produtos de lojas de fábricas, sazonais, sucata e descarte, serviços de locação ou doação de qualquer natureza, exceto dinheiro.

O modelo de negócio do Promovende tem alguns diferenciais: a entrega dos produtos, que são realizadas no ponto de vendas do lojista/vendedor na plataforma, já que as compras só podem ser realizadas pelo comprador, de lojas de onde ele mora ou trabalha; os problemas derivados da falta de controle de estoques, que são minimizadas com a possível troca/substituição do item comprado, já que o comprador estará na loja e poderá escolher entre outras opções; custos inexistentes para o lojista, como frete/seguro, possibilitando a plataforma cobrar de forma mais adequada sua comissão de vendas. Além desses diferenciais, a plataforma se propõe a resolver um dos grandes gargalos do varejo, os altos volumes de estoques parados nas lojas, derivados de produtos encalhados, com pequenos defeitos, restos de ofertas, obsoletos, fora de moda ou estação, entre outros.

Antes de iniciar um negócio como esse, vale a pena conhecer essas operações inovadoras e principalmente o empreendedor sair do quadrado, pensar diferente e não apenas seguir a manda e cair na armadilha dos modismos.

Fonte: Sebastião Barroso Felix

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