Edição 51

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Revista do Varejista – Ano VII – Edição 51 – Setembro/Outubro 2.009

#Edição

#Os 10 pecados capitais do varejo

Somente com a ação de uma virtude contrapondo-se a cada um dos pecados capitais é possível o varejo alcançar o sucesso 

Originalmente citados na bíblia como os sete pecados capitais do homem, os dez pecados capitais do varejo que serão descritos é uma analogia que iremos discutir neste artigo. A ideia é mostrar aos varejistas os principais erros de gestão cometidos normalmente em algum momento da vida empresarial por quem está à frente de um empreendimento varejista. È importante salientar que praticar os dez pecados capitais ou parte deles pode representar perdas e que evitá-los pode representar ganhos para o varejista, e que na maioria das vezes a decisão de agir de uma ou de outra forma é única e exclusiva dele. Algumas desses pecados capitais, porém pode ser praticado por pura ignorância e que para cada um deles existe uma virtude oposta que poderá ser utilizada e cujos resultados serão totalmente diferentes. Vejamos cada um dos pecados capitais e as suas virtudes opostas:

Centralização

Para um “bom” varejista administrar seu negócio é ter o controle 100% de sua operação. Nada pode ser delegado a terceiros sob pena das coisas não acontecerem. Todas as decisões precisam ser concentradas no gestor, na sua visão, ninguém além dele, é capaz de fazer as coisas certas na empresa. Só a ideia de compartilhar algumas responsabilidades, mesmo aquelas mais insignificantes, já é motivo de muito estresse e discussões. A forma de neutralizar a centralização das decisões é administrar o negócio usando técnicas de “empowerment”, ou seja, permitir que seus funcionários tomem decisões de acordo com o nível de seus cargos. O empresário precisa confiar na capacidade dos profissionais que contratou ou então precisa rever o seu processo seletivo para que os novos colaboradores possam assumir esse papel.

O pior dos pecados que o empresário pode cometer é concentrar todo o controle ou todas as informações vitais ao negócio em si próprio ou numa só pessoa. O que deve ser feito é uma descentralização das informações ou de conhecimentos técnicos da empresa, para que, na ausência dessas pessoas, o negócio possa continuar fluindo e possa ter continuidade, sem comprometer o seu andamento e sem colocá-lo em risco. A descentralização das decisões é um dos fatores críticos de sucessos das empresas visionárias.

Gestão à moda antiga

Decidir com base no “feeling” e desprezar o valor da informação para gestão do negócio é uma tática muita usada e um dos principais pecados capitais dos varejistas que tiveram sucesso. Para eles as decisões e a forma de gerir o negócio não precisam mudar, pois se deram certo até ali é provável que continuem dando certo. Acreditar que o sucesso do passado garante o sucesso do presente ou do futuro é uma postura totalmente imprópria. A base para mudança desse paradigma é o varejista utilizar de forma massificada a informação para dar mais assertividade à sua experiência e “feeling”. Ao invés de descartar as informações importantes à cerca do negócio o varejista deve usá-las para facilitar a tomada de decisão a favor do negócio. Não saber acompanhar as mudanças do mercado e se manter agarrado a uma gestão a moda antiga e ultrapassada pode ser fatal. Ao contrário a empresa precisa estar aberta às mudanças, a inovação e busca pelo atendimento adequado das necessidades de seus clientes.

Preço

Acreditar que os consumidores só se preocupam com o preço. Que preço é a única variável do marketing importante na decisão de compras dos clientes. Que se a loja não tiver preço melhor que os seus concorrentes em todos os produtos o negócio vai fracassar. Pelo contrário vender produtos abaixo do custo é uma política suicida que sem dúvida levará a empresa ao fracasso.

O pecado capital de acreditar que todos os problemas da empresa vão se resolver se ela tiver o menor preço pode ser o caminho mais curto para o fracasso. A fidelização do cliente é o contraponto do menor preço. O varejista precisa perceber que outros fatores também podem atrair os consumidores além do preço, tais como: produtos diferenciados, atendimento, organização da loja, layout, exposição de produtos, variedade e sortimento de mercadorias. Da mesma forma a diversificação de linhas de produtos, partindo para segmentos onde os lucros são maiores garantirá a manutenção do negócio. O varejista não pode partir do pressuposto de que se seu concorrente pode vender determinado produto por um preço ele também poderá.

Outro indício de que o preço não é tudo pode ser observado na história das organizações brasileiras. Somente nas últimas duas décadas nós assistimos a uma série de empresas que fecharam suas portas. Além de praticarem a má gestão, observamos que essas empresas não investiam na qualidade do atendimento a seus clientes, fruto de um caixa fragilizado e acima de tudo operando com recebimentos de longo prazo, sinalizando que seu negócio não é vender, mas financiar em longo prazo. Na prática são financeiras disfarçadas de lojas de departamentos ou de hipermercados.

Contratação emocional

Usar critérios pessoais e emocionais no processo de seleção de funcionários ou na manutenção do funcionário da empresa. Privilegiar aspectos como simpatia e indicação de um conhecido em detrimento da qualificação. Confundir amizade com competência. Achar que o fator honestidade é a qualidade mais importante e que os demais atributos necessários a um bom profissional serão posteriormente aprendidos. Tudo isso são fatores que podem ser confrontados com a performance como principal atributo na hora de contratar ou manter os funcionários por sua competência técnica. Essa é a virtude necessária para uma contratação não emocional. Poucas coisas podem atrapalhar tanto uma equipe e como conseqüência uma empresa como aquele funcionário que se acha privilegiado pelo patrão por questões pessoais ou emocionais. Com certeza será motivo de desestímulo, intrigas e dissabores entre os demais membros da equipe. A meritocracia deve ser o pilar de sustentação do crescimento profissional dentro das organizações.

Foco no operacional

Envolver-se demais em atividades operacionais e reservar pouco tempo para pensar em estratégias é a realidade de muitos varejistas por ai. Para muitos deles o sucesso só é possível se ele estiver pessoalmente e diuturnamente na operação e respondendo diretamente por todas as questões do dia a dia da empresa. Somente saber fazer e não saber cobrar o que deve que ser feito não resolve. Dedicar muito tempo a questões operacionais em detrimento de questões estratégicas é meio caminho para o insucesso. Ter uma visão estratégica e não pensar apenas no hoje é o fator crucial para deixar para trás a operação. O varejista precisa dedicar parte do seu tempo útil para elaborar planos para o futuro do negócio. Precisa “pensar” o negócio em termos crescimento, desenvolvimento e de futuro. Precisa projetá-lo para frente. Precisa ter uma visão de longo prazo para a existência e perenidade da organização.

Cliente inimigo

Achar que o cliente é folgado e que está ficando cada vez mais mal acostumado. Achar que o cliente está incomodando com suas críticas e reivindicações. Que o cliente é chato e que nunca tem razão. Que o erro é sempre do cliente e nunca da empresa são questões que podem inviabilizar qualquer negócio. A forma de contrapor tudo isso é dar o devido valor ao cliente. Perceber que o cliente é seu maior aliado, pois se ele estiver satisfeito e se sentindo bem atendido ele irá voltar a sua loja inúmeras outras vezes. Não achar que suas reivindicações e reclamações são descabidas. Que está ali para atrapalhar o desempenho da empresa. O varejista precisa entender e aceitar o fato de que o cliente é a razão da existência de seu empreendimento, que é responsável pela sua sobrevivência ou pela sua morte.

Ganha-perde

Considerar uma boa negociação aquela em que um ganha e o outro perde. Estar sempre querendo levar vantagem sobre seus fornecedores, seja eles de produtos ou serviços. Esses são pecados que precisam ser deixados para trás. Para contrapor isso o varejista precisa acreditar numa relação ganha-ganha com seus parceiros. Praticar o jogo do ganha-ganha em todas as ocasiões. Em uma negociação ambas as partes devem sair satisfeitas para que os bons negócios se repitam. O velho jeitinho de levar vantagem em tudo ficou para trás já não cabe mais nessa nova ordem empreendedora.

Um negócio para comprar

A postura de muitos varejistas é de quem criou uma empresa cujo objetivo é comprar e não vender. A compra é importante, mas não é a garantia de sucesso de um empreendimento. Uma empresa comercial é criada com um objetivo claro, vender alguma coisa. Portanto não é admissível um empreendedor gastar mais do que 20% do seu tempo com a atividade de comparar. O contraponto de uma gestão cujo foco é as compras é a valorização da venda. É deixar claro dentro da organização que a principal função do negócio é vender. Que a compra é uma atividade meio da empresa e não sua atividade fim. Que mais importante do que comprar bem é vender bem.

O dinheiro é do dono

Um dos erros muito praticados por empresas varejistas é não separar o caixa do negócio das finanças pessoais. Isso ocorre por falta de controles gerenciais, que são essenciais para que os recursos profissionais e os da família não sejam misturados. Esse erro é responsável pelo mau controle das finanças das pequenas empresas e, muitas vezes, pode representar o motivo do fracasso do negócio.

Os maus hábitos se devem aos empreendedores que não sabem definir quanto precisam para suas despesas pessoais e para as familiares. Quando as lojas começam a crescer em vendas, os donos aumentam seus gastos em vaidades e mantêm mordomias para os filhos e esposa. Assim, começam a gastar mais do que a loja pode lhes pagar.

Todas as pequenas empresas que não conseguiram crescer passaram por uma visão não profissional do processo de gestão e do uso de recursos, de forma que o processo acabou destruindo o seu potencial. A contraposição dessa postura é definir uma remuneração (pró-labore) de acordo com a possibilidade de geração de lucro do negócio e separar muito bem o caixa da empresa do caixa pessoal e familiar. Não confundir o lucro do negócio com capital disponível para o dono da empresa gastar.

Postura de crescimento contraditória

A falta de uma postura clara e coerente com relação a aspectos como investimento, crescimento e desenvolvimento do negócio é um dos grandes pecados capitais do varejo. Para muitos varejistas quando o assunto é investimento na empresa a postura é a seguinte: quando tudo vai bem não é preciso investir, afinal tudo está as mil maravilhas e investir significa jogar dinheiro fora; quando as coisas vão mal não se pode fazer investimentos, pois não se sabe o que vem pela frente, ou seja, o investimento poder não dar retorno e haver perdas justamente quando a empresa mais precisa de recursos. Fica claro em ambas as situações que na realidade o varejista só que tirar recursos de dentro da empresa, sugar o máximo os seus resultados e que não há uma preocupação real com as necessidades do negócio, mas sim com as necessidades pessoais do empresário. A virtude para contrapor essa postura é o planejamento que vai permitir ao empresário tirar proveito dos momentos de bonança e estar mais bem preparado para os momentos difíceis e de poucos resultados positivos.

Como no caso original dos sete pecados capitais em que as pessoas precisam eliminar ou deixar de praticá-los para alcançar o sucesso e a paz de espírito. Também no caso dos dez pecados capitais do varejo é necessário o empresário confrontá-los com as virtudes correspondentes para que o sucesso empresarial seja uma realidade e não um sonho distante.

Por: Sebastião Barroso Felix

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#Arquitetura x Arquitetura de varejo

Tal qual hoje se fala muito da distinção entre o marketing tradicional e o marketing de varejo, acredito que a mesma filosofia deveria começar a ser empregada para a distinção entre a arquitetura e a arquitetura para o varejo, ou arquitetura comercial.

O mais interessante nisso tudo é que é possível enxergarmos erros de responsabilidade tanto da parte de alguns escritórios, quanto da parte dos próprios varejistas.

Creio que todo desenho de arquitetura voltado ao varejo deve ter como único foco o resultado. Seja ele um objetivo de venda, ou de se atingir um determinado perfil de público ou de mercado.

Vejo alguns escritórios preocupados em realmente criar um portfólio de lojas esplendorosas, que impactam desde o primeiro momento. Entretanto nem sempre o impacto causado resulta em uma venda esperada. Eu defendo e acredito em conceitos inovadores e materiais inusitados aplicados ao ponto-de-venda. Temos que criar ambientes de loja cada vez mais envolventes, cada vez mais em sintonia com o consumidor moderno, principalmente se estamos falando de lojas de perfil moderno, como lojas de vestuário ou acessórios, por exemplo.

Do outro lado é comum ver varejistas contratando profissionais e escritórios especializados para revitalizar sua identidade ou marca no mercado, mas à todo momento, querem que seu gosto ou suas vontades sejam atendidas a todo instante. Não que um desenho ou projeto não deva atender às especificações ou anseios do cliente, longe disso, mas em muitos casos, as vontades, gostos pessoais, ou mesmo o “achismo” do cliente não refletem a real necessidade ou oportunidade de mercado.

Por exemplo: É ponto comum perguntar para um varejista para quem ele deseja vender e este responder: “para todo mundo”. E isso falando de estabelecimentos pequenos. Em um mundo onde os mercados estão cada vez mais segmentados e onde o posicionamento é cada vez mais importante, quem deseja vender a todos, acaba por não vender a ninguém.

Eu defendo que um arquiteto que projeta para o varejo é imensamente maior se comparada com a de um projeto residencial, por exemplo. Em um projeto tradicional, temos apenas o gosto do cliente como parâmetro principal, ao passo que num projeto de varejo, além do gosto, que passa a ser um parâmetro secundário, temos o resultado como parâmetro principal.

Muitos clientes de varejo buscam um projeto que aumente suas vendas. Se uma loja vende R$ 100.000,00/mês, uma alteração no projeto deve significar no mínimo um aumento de 20% sobre esse faturamento. Portanto, desde o primeiro momento, o arquiteto deve se comprometer com essa questão em todas as suas decisões.

Vale a pena virar a loja de cabeça para baixo? Vale a pena se isso significar vender mais, porque se for apenas para mudar, então não vale a pena. É como costumo a dizer: Prefiro uma loja feia que venda bem, à uma loja “bonitinha” que não venda nada. Projeto bom é projeto que vende bem.

Muitos varejistas temem contratar um arquiteto ou projetista com medo de uma grande mudança. Acredito que muitos arquitetos também acreditem que se não mudar em muito a loja, o projeto não se valoriza, e o cliente passe a acreditar que está pagando caro demais pelo que está sendo feito.

O projeto arquitetônico de varejo, antes de mais nada deve ser “pé no chão” e respeitar tanto o varejista e a marca, quanto o seu consumidor. Muitas vezes, com boa criatividade, é possível se criar projetos que vendam bem e com custos dentro do esperado, sem grandes sustos.

Um grande abraço e boas vendas.

Por: Caio Camargo – www.falandodevarejo.com.br

#Aumente suas vendas com criatividade

O que é criatividade?

Criatividade é a capacidade de encontrar várias soluções para um mesmo problema. É não se satisfazer com o convencional. É se permitir perceber de forma diferente.

Para que a criatividade seja favorecida nas empresas os objetivos e orientações devem ser claras e entendidas, as idéias individuais e grupais respeitadas e incentivadas.

São duas as formas principais que a criatividade se manifesta: pela inovação e pela descoberta.

Inovação é definida como a criação deliberada de algo radicalmente novo.

Descoberta é encontrar algo que não se havia percebido antes.

A criatividade não é um simples insight, como muitos pensavam até a bem pouco tempo atrás, mas um processo que pode ser estimulado.

As pessoas devem ter claro o que facilita o seu processo de criação. Para alguns é dar uma caminhada no início da manhã ou no final da tarde, para outros é assistir filmes, há até mesmo aqueles que conseguem resolver problemas enquanto dormem.

Especialistas afirmam que aos dois anos de idade 98% das pessoas são criativas e que aos vinte e três somente 2% ainda são. Como explicar isso?

A criatividade de muitos foi reprimida na infância pelos pais e professores, época em que muitas vezes a criança conseguia perceber as situações de forma diferente.

Hoje a criatividade é um ingrediente indispensável no mundo dos negócios. Quem não tem um diferencial fica sem identidade, virá commodity e se não desenvolvê-los, em mais ou em menos dias, acabará entrando no corredor da morte, que leva o nome de “leilão de preços”.

Os diferenciais encontram-se nas ideias mais simples: nos produtos, nos serviços, no ponto de venda, na precificação, nas formas de financiamento, na comunicação, e por que não, nos processos operacionais e até em novos mercados.

Os cinco caminhos que favorecem a criatividade nas vendas são:

  1. A Crescente Concorrência

A concorrência nos força a ser mais criativos. A pressão da concorrência nos tira da zona de conforto e nos faz criar e inovar.

  1. A Transpiração Precede a Inspiração

Conforme Thomas Edson, um dos maiores gênios criativos que o mundo já conheceu, o trabalho criativo é constituído de 10% de inspiração e 90% de transpiração.

  1. Da Quantidade Nasce a Qualidade

Ao invés de perguntar: – Qual é a causa do problema?  Pergunte: – Quais as causas do problema?

Uma vez que um problema na maioria das vezes tem mais de uma causa.

Em vez de perguntar: – Qual a solução? Pergunte: – Quais as possíveis soluções? Pois da geração de alternativas nascem as soluções mais criativas.

  1. Em Grupos Somos Mais Criativos

Incentive e favoreça a manifestação e participação. As soluções devem ser encontradas com a participação de todos os envolvidos e não só pelos “ocupantes das salas envidraçadas e refrigeradas”.

A contribuição com suas ideias levam ao comprometimento, que com toda certeza é terreno fértil para o sucesso empresarial.

  1. O Reconhecimento Potencializa a Criatividade

Parabenize os colaboradores por cada ideia diferente e viável que possam ter e ser implantada.

O que limita a criatividade:

  • Conformismo;
  • Autoritarismo;
  • Medo de parecer ridículo;
  • Mau humor;
  • Ênfase no sucesso a curto prazo;
  • Aversão ao risco;
  • Não ter tempo para pensar;
  • Excesso de formalidade.

Todo mundo sabe da necessidade de ser criativo, mas a final, como ser uma pessoa mais criativa?

Existem apenas duas condições básicas para começar a ser mais criativo:

1ª Acreditar que é criativo;

2ª Desejar ser criativo.

Não podemos mudar as nossas vidas em um minuto, mas um minuto é suficiente para decidirmos o que queremos da vida.

Por: Soeli de Oliveira, é Consultora e Palestrante nas Áreas de Varejo, Vendas, Motivação – soeli@sinos.net

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#Camarão que dorme a onda leva…Quem não investe em atendimento a concorrência…

Na praia onde tenho minha residência, alguns pescadores brincam comentando que quando o camarão dorme, a onda leva… Lembrei desta expressão para falar sobre atendimento, pois existem profissionais que trabalham no contato com o cliente, que mais parecem estar dormindo. Você já esteve na presença de uma balconista que não realizou uma abordagem adequada e ao invés de oferecer atenção, simpatia e cortesia, mais parecia que estava em outro planeta? Quantas ocasiões você entrou em uma loja, percorreu os corredores com tranquilidade e imaginou ser uma pessoa transparente, pois ninguém o abordou oferecendo um atendimento? Você já percebeu que há profissionais que ao contrário de encantar, envolver e fazer o máximo para o cliente retornar, somente atrapalham e oferecem a triste oportunidade de jamais voltar?

Estes profissionais que parecem estar dormindo, são os que reclamam que a concorrência está trabalhando forte e não percebem que pela ausência de atendimento coeso, qualificado e diferenciado com a realidade do mercado, estão perdendo os clientes gradativamente para a concorrência. São profissionais que ao invés de realizar uma avaliação do próprio desempenho e do atendimento oferecido, fazem a opção de despejar a culpa pela ausência de clientes na empresa onde trabalham, na gerência, na supervisão, nos produtos, no ambiente externo e em alguma desculpa possível.

Busca pela excelência no atendimento – Nos dicionários, encontramos que atendimento é acolher com atenção e prudência, usar empatia, ouvir, acompanhar e observar as necessidades de um cliente. Na prática seu estabelecimento comercial ou empresa está alerta para realizar estas ações? Em uma oficina, por exemplo, o cliente ao conversar com a equipe técnica e observar que há uma busca pela excelência na satisfação, irá pensar: “Se as pessoas que trabalham nesta oficina prezam pela limpeza, demonstram organização e valorizam o ambiente onde trabalham, certamente haverá maior zelo pelo serviço que estará sendo oferecido”. Sempre que possível faça uma avaliação dos resultados obtidos e perceba suas atitudes diante do cliente, as gírias e as expressões regionais utilizadas. Lembre se sempre de utilizar palavras de cortesia, principalmente quando ainda não conquistou a simpatia da pessoa que está conversando com você. O desejo de superar expectativas e a vontade incessante pela excelência no atendimento são ações que refletem em um diferencial no relacionamento com clientes e com os fornecedores, fortalecendo o compromisso de entregar o que prometeu e cumprir o que foi acordado.

Fator humano como diferencial competitivo – Quem não gosta de ser chamado pelo nome? Perguntar de maneira gentil e educada o nome do cliente não ofende e gera a possibilidade de um atendimento personalizado. Entretanto é importante ressaltar que a abordagem e a continuidade do atendimento, não podem ser exageradas e nem tampouco ausente. Na prática percebemos que há profissionais que exageram, falando demais e esquecendo de ouvir as reais necessidades do cliente. Utilize o fator humano da sua equipe comercial como um diferencial competitivo, mostrando que todos os colaboradores prezam pelo trabalho em equipe. É horrível estar em uma loja e perceber que os vendedores estão brigando uns com os outros pela comissão da venda diante do cliente. Perceba que na prática quando há cooperação e um clima de trabalho harmonioso entre a equipe, o atendimento acaba sendo disseminado pelo cliente para outras pessoas.

Se os produtos estão ficando cada vez mais semelhantes e similares, qual será o determinante que fará vender mais? Claramente o diferencial está nos serviços e no atendimento que a organização se dispor a oferecer aos clientes. Observe que desenvolvemos no cotidiano, inúmeras técnicas de comunicação no sentido de vender algo quando indicamos um local a ser visitado, sugerimos um projeto ou realizamos uma apresentação pessoal. Vender não é uma ação exclusiva dos profissionais de vendas, mas fundamental em todas as áreas. A busca pela excelência no atendimento não pode ser algo independente e originário da dedicação exclusiva de alguns profissionais. De nada adianta ser atendido maravilhosamente pela equipe comercial, se o cliente ao chegar no crediário é desvalorizado. A onda (concorrência) vai levar quem não prestar o melhor atendimento, e desta maneira é necessário investir e buscar fortalecer um sincronismo, uma continuidade e uma integração de todos os setores para conquistar a fidelização do cliente.

Por: Dalmir Sant’Anna, Palestrante e Mágico, autor do livro “Menos pode ser Mais” – www.dalmir.com.br

#Curso prático como organizar e modernizar supermercados chega ao Acre

Depois de várias solicitações de lojistas de Rio Branco-AC, aconteceu nos dias 17 a 21 de Agosto na sede da Associação Comercial do Acre – ACISA o Curso Prático Como Organizar e Modernizar Supermercados.

O curso que já foi realizado em várias cidades do Brasil chega ao Acre na sua sétima temporada. Elaborado a partir dos conceitos mais modernos e atualizados relacionados à apresentação de loja, layout, exposição de produtos e gerenciamento de espaço, o curso prático se apresenta como uma eficiente e eficaz ferramenta de modernização de lojas, de aumento de vendas e de rentabilidade.

A abordagem de uma percepção inovadora, uma nova visão estratégica para o negócio e as ferramentas disponibilizadas aos participantes durante o curso permite até mesmo aos mais desinformados e desatualizados criar as condições necessárias de mudanças e melhorias na loja.

O curso prático tem se mostrado, nos últimos anos, para as empresas participantes como verdadeira uma bússola na orientação e efetivação de mudanças positivas das lojas. Os exemplos da praticidade e aplicabilidade do curso estão ai para todos verem. Nas diversas cidades onde já foi realizado o curso os resultados obtidos têm sido extraordinários. Temos casos de lojas que aumentaram suas vendas em 20, 30 e até 40% depois de efetivadas as mudanças levantadas durante o evento. Temos casos de lojas que estavam praticamente falidas ou eram operadas de forma totalmente ineficiente que foram “ressuscitadas” depois do curso.

As principais lojas de Rio Branco tiveram representantes no curso prático como organizar e modernizar supermercados o que com certeza vai permitir as empresas participantes uma evolução significativa em suas operações. Com certeza as empresas participantes colocaram um pé no futuro e uma dianteira significativa em termos de organização de loja em relação aqueles que não participaram.

A participação no curso é um grande divisor de águas entre aqueles que participaram e os demais que não tiveram acesso a tecnologia inovadora abordada no curso prático. Os varejistas do futuro com certeza serão os principais beneficiados com toda a inovação e praticidade disponibilizada no curso e aplicada às empresas participantes no presente.

O curso prático como organizar e modernizar supermercados está disponível para ser realizado “in company” de forma exclusiva para redes varejistas interessadas, para tanto basta entrar em contato pelo telefone 65 992624019 ou  instituto@revistadovarejista.com.br

Por: Redação

#Diferencial competitivo

Para sobreviver no mercado as empresas precisam criar diferenciais competitivos

O comércio varejista vem passando por profundas transformações nas últimas décadas. O dinamismo do setor supermercadista e o volume de capital deste segmento chamam a atenção. As mudanças ocorridas no mercado consumidor criaram clientes mais exigentes, tanto no que se refere à qualidade dos produtos e serviços, quanto no que diz respeito ao preço e valor agregado.

Tudo aponta para uma maior competitividade. Os gestores precisam de uma estratégia bem elaborada, colaboradores preparados para executá-la, e infalivelmente, de informação de valor. Para monitorar adequadamente os negócios, a empresa precisa acompanhar os acontecimentos, com um modelo de avaliação de desempenho que forneça informações precisas e adequadas à sua estratégia.

O grande desafio dos atuais gestores não é buscar informações, mas selecionar as que são de fato relevantes. A avaliação de desempenho de uma organização, para que auxilie a gestão, deve estar voltada para a sua estratégia, e acompanhar constantemente se ela está ou não sendo alcançada. O Balanced Scorecard (BSC) contribui significativamente para que a organização tenha a habilidade de traduzir sua estratégia em ações e em acompanhar os resultados destas ações, entretanto, ele não substitui a habilidade em gerenciar uma organização de um executivo. Para que um projeto de implementação de Balanced Scorecard tenha sucesso é necessário que ele não seja visto como apenas um projeto de indicadores de desempenho, e sim como um projeto de mudanças.

Dentro da realidade das pequenas e médias empresas, as redes de cooperação entre supermercados representam importante estratégia para a promoção do desenvolvimento de vantagens competitivas. O uso de novas estratégias de gestão empresarial dentro desse contexto contribui para o fortalecimento do comércio varejista, assim como constitui poderosa ferramenta de fomento aos processos de aprendizagem coletiva, cooperação e dinâmica de inovação. Para que a organização possa manter a sua competitividade, precisa se posicionar no mercado com uma vantagem competitiva, atributo que decorre da sua capacidade de gerar valor para o cliente através de seus produtos.

O desafio para as organizações é lidar com a incerteza, a turbulência e a instabilidade de um mundo em transformação. Nesse contexto, é de fundamental importância para a sobrevivência da organização assegurar a sua vantagem competitiva diante dos concorrentes, apesar das mudanças constantes no ambiente de negócios.

A organização deve antecipar-se às mudanças, enxergar as oportunidades e observar com olhos críticos o panorama socioeconômico, monitorando de forma permanente o fluxo de informações sobre os negócios e atividades em que está envolvida, para que possa progredir rumo às suas metas de longo prazo, garantindo assim sua posição competitiva no mercado.

Por: Sebastião Barroso Felix

#Falhou? Levanta, sacode a poeira…

Algo de errado ocorreu em sua vida? Está vivendo o “inferno astral?” Sabe que é capaz, mas nada dá certo? Tem ressentimento e ódio em seu coração? Está zangado com alguém que te fez ficar mal na frente dos outros? É sempre possível que algo assim um dia ocorra em nossas vidas. Mas, se acontecer o que fazer?

A primeira coisa é controlar a sua revolta antes que ela controle você. Reaja, não perca as esperanças e verás que vale a pena o esforço. Você sabe que, assim como a nossa vida na Terra, tudo mais é passageiro. Mantenha a mente concentrada nas diversas ações positivas que fez na vida e pela vida. Lembre-se ainda que não há nenhum mal em atravessar momentos críticos. É verdade, que há ocasiões que as coisas ficam tão ruins que parecem ser impossível entender, aceitar, agir ou reagir.

Mas, é preciso lembrar que se algo terrível abate sobre nós, deve ser porque precisamos dela para amadurecer ou, quem sabe, para servir como guia para encontrarmos o caminho da felicidade. Também, precisamos ter em mente que a vida não é composta de 24 horas diária de alegria. Seria bom se fosse, mas infelizmente não funciona assim. É claro que nessa “viagem pela terra” vamos cruzar mares revoltos, estradas intransitáveis, e muita turbulência no ar. Porém, precisamos nos manter firmes, no comando e saber que completar o percurso com satisfação e segurança será tão ou mais importante do que chegar rápido.

Veja a vida dos atletas. Sempre há muito que aprender com eles, não é verdade? A russa Yelena Isinbayeva, recordista de salto com varas é um bom exemplo. Depois de colecionar muitos títulos: ela possui nada menos do que 26 recordes mundiais no salto com vara, foi campeã olímpica em Helsinque 2005 e Osaka 2007, detém a melhor marca do planeta com 5,05m. Apesar de tudo isso, ela chorou, dia 17 de março de 2009, no lotado estádio de Berlim. Só que desta vez, não foi de felicidade como na maioria das ocasiões anteriores, mas sim de tristeza por ter desperdiçado três chances de se classificar para as finais. Ela fracassou em todas as tentativas e ficou em última colocação.

Teria ela esquecido a arte de saltar com varas? Provavelmente, não. Mas se o pior aconteceu o que fazer? Cada um tem seu jeito próprio de agir, mas funciona bem pensar que a queda é uma ótima oportunidade para novos aprendizados e conquistas. Afinal de contas, a adversidade é a força que traz grandes fortunas. A dor é quase sempre seguida pela felicidade. Gosto do que diz parte da letra da música (com pequenas adaptações) de Paulo Vanzolini: “… Um homem de moral, não fica no chão, nem quer que lhe deem a mão. Reconhece a queda e não desanima, levanta, sacode a poeira dá a volta por cima!”

Portanto, ao invés de ficar choramingando pelos cantos, levante a cabeça, lembre-se que você tem o poder para viver os seus sonhos. Reveja seus projetos, conceitos, forma de pensar, ajuste a rota e viva a sua vida, pois ninguém poderá fazer isso por você. A sua vida será o que você fizer dela. Nada acontece por si só. O êxito virá quando você perceber que o seu caminho é construído com os seus próprios pensamentos e atitudes.

Pense nisso,

Por: Evaldo Costa , Escritor, Consultor, Conferencista e Professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”

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#Super Aurora em clima de festa reinaugura sua loja

No dia 18 de agosto sábado, às 8h, em Chapadão do Sul-MS aconteceu a reinauguração do Super Aurora. Após meses de reforma, o supermercado da família apresentou sua nova estrutura totalmente remodelada. Com espaço moderno, o Super Aurora apresentou aos seus clientes uma estrutura com mais comodidade e praticidade no processo de compras.

O Super Aurora contratou os melhores especialistas do Brasil nas áreas de layout de loja e comunicação visual para modernizar e dar maior conforto ao espaço de área de vendas. Também comprou os melhores equipamentos disponíveis no mercado. Tudo para que os clientes da cidade e região pudessem ter o que existe de melhor em termos de supermercados.

Além das mudanças da estrutura física, houve também mudanças relacionadas ao mix de produtos, exposição, recategorização e gerenciamento de espaço. Aos olhos dos clientes e fornecedores uma loja totalmente “diferente” da anterior

Segundo o especialista Sebastião Barroso Félix, consultor responsável pelo projeto de modernização da loja e o gerente Ernandes Dantas, o Jow, essa com certeza será uma das lojas mais bem estruturadas e modernas da região e do Estado de Mato Grosso do Sul.

Agora, com 1500m² de área de venda, sem contar estacionamento e retaguarda, o Super Aurora está entre os maiores supermercados da região. Com uma comunicação visual moderna e com todos os setores totalmente sinalizados, o Super Aurora proporciona aos clientes maior praticidade na hora das compras.

Durante a inauguração da loja, fornecedores, clientes e amigos da empresa lotaram o supermercado, inclusive com vistas de outros supermercadistas da região e representantes da AMAS – Associação Sul Mato-grossense de Supermercados.

Durante cerimônia de abertura, que aconteceu no estacionamento do mercado, estiveram presentes o prefeito Jocelito Krug, o presidente da Câmara Municipal, Guerino Perius, o ex-prefeito de Chapadão do Sul, Elo Ramiro Loeff, além de empresários da cidade, funcionários do estabelecimento e a população em geral.

O gerente da loja e mentor intelectual das mudanças, Ernandes Dantas agradeceu o empenho dos funcionários pelos dias de esforço para o término da reforma. Afirmou que a empresa cresce pensando em Chapadão do Sul. Agradeceu aos proprietários por acreditarem nele e lhe darem livre arbítrio para reestruturar o Super Aurora.

Durante todo o dia, o Super Aurora realizou grandes promoções e entrega de brindes aos clientes. Para as crianças foi reservada uma área para brincadeiras com pula-pula, escorregador e trenzinho, além da distribuição de doces, brinquedos e algodão doce.

A Revista do Varejista juntamente com toada sua equipe parabeniza os proprietários, Super Aurora pela visão empreendedora, o Gerente da loja, Ernandes Dantas, pelo empenho e todos os funcionários da empresa pela dedicação nesse processo de mudanças.

Por: Redação

#Cuidado com o domicilio bancário dos seus cartões de crédito

Não é segredo pra ninguém que o mercado de cartões de crédito no Brasil está em plena expansão. Para muitos varejistas a venda no cartão de crédito já representa mais de 50% das vendas.

Nos últimos anos tem havido um grande interesse dos bancos no domicílio bancário dos cartões de crédito das empresas varejistas. É possível afirmar que não exista um varejista se quer, mesmo nos lugares mais longínquos do Brasil que não tenha recebido nesses últimos anos proposta de algum banco para mudar o domicilio bancários das vendas com cartões de crédito. Na prática o que significa mudar o domicilio bancário das vendas dos cartões de crédito da empresa? Significa que o varejista diante de uma proposta interessante de um determinado banco muda o recebimento das vendas efetuadas nos cartões de crédito para um estabelecimento diferente daquele onde normalmente recebia suas vendas. É obrigatório o varejista ter um conta num banco para receber os valores das vendas realizadas com cartão de crédito.

O que num primeiro momento pode parece ser um bom negócio, quando o varejista diante de algum benefício oferecido por um banco, muda o domicilio bancário de seus cartões, tal decisão na prática pode representar a médio e longo prazo perdas enormes para os varejistas. E porque tal decisão pode ser tão prejudicial à empresa? Isso pode acontecer porque geralmente o banco que tradicionalmente era responsável pelo domicilio bancário dos cartões do varejista, aos poucos foi oferecendo benefícios ao varejista como conta garantida, empréstimos diversos com maior facilidade, dispensa de algumas taxas e menor burocracia na apresentação de garantias reais por conta dos recebíveis da empresa (as vendas realizadas com cartões de crédito) estar ali naquele banco. O volume de recebíveis dos cartões de crédito, na prática diminui o risco de inadimplência da instituição financeira, daí os benefícios recebidos pelos varejistas que mantêm esses valores em determinados bancos. O contrário também pode acontecer, ou seja, na medida em que o banco perde o domicilio bancário dos cartões do varejista também deixará de oferecer alguns benefícios e facilidades ao varejista por conta do aumento do seu risco já que não poderá contar com os recebíveis da empresa.

Não é exagero afirmar que muitos varejistas sucumbiram em seus negócios mais rapidamente por conta de terem tomado a decisão de mudar o domicilio bancário dos seus cartões na hora errada ou para um parceiro inadequado. Para entender melhor essa questão vamos imaginar a seguinte situação: um lojista que há muito tempo tem o domicilio bancário  das vendas dos seus cartões num determinado banco e por conta disso tem alguns benefícios desse banco, porém por algum motivo resolve mudar o domicilio para outro banco e por consequência acaba perdendo parte dos benefícios com o velho parceiro. Se essa decisão for tomada numa situação onde a empresa varejista esteja bem financeiramente não haverá muitos problemas, porém se ao contrário, a empresa estiver ou vir a estar em dificuldade financeira essa decisão poderá afetar drasticamente o negócio, haja visto que dificilmente ele conseguirá do novo parceiro os mesmos benefícios e gozará da mesma credibilidade que tinha na empresa anterior.

Inicialmente essa era uma estratégia somente dos bancos para diminuir o risco dos produtos e serviços oferecidos aos seus clientes varejistas, porém nos últimos anos o domicilio bancário dos cartões de crédito também passou a ser estratégico para um grande atacadista que também tem banco e opera em todo Brasil. A questão é muito simples, mudando o domicilio bancário dos cartões do varejista para o seu banco o referido atacado praticamente elimina seu risco e zera sua inadimplência com o segmento.

Neste caso a situação do varejista em dificuldade financeira pode piorar de forma exponencial, haja visto que de uma hora para outra a empresa não poderá utilizar os recursos da venda com cartões de crédito por conta do auto pagamento efetuado pelo fornecedor detentor do domicilio dos cartões. Muitas empresas tiveram sua situação financeira já debilitada prejudicada por tal decisão da empresa atacadista. A explicação para isso é bastante lógica. Se o varejista com o fluxo de caixa negativo deixa de ter aquelas entradas financeiras programadas e com as quais contava para honrar compromissos do dia-a-dia e de repente fica sem essas entradas a situação de inadimplemento aumenta e por consequência a falta de produtos, fazendo com que o processo de insolvência do varejista se acelere.

É importante o varejista avaliar os prós e contras de mudar o domicilio bancário dos seus cartões de crédito. Essa decisão poderá ser favorável à empresa, mas também poderá representar uma grande ameaça para o seu futuro.

Por: Sebastião Barroso Felix

#Segurança eletrônica ao alcance de todos

No mundo globalizado e computadorizado que temos hoje e com a evolução tecnológica mais acessível, a segurança eletrônica ingressou de forma irreversível e em uma escalada ascendente sem precedentes nas empresas de todos os portes. A segurança eletrônica não deve ser encarada com a simplicidade que muitos tratam. Ela é extremamente extensa, complexa e específica, também e possível maximizar os níveis de proteção, conciliando eficiência a custos reduzidos.

A questão básica passa então a ser como fazer para empregá-la de forma harmônica em sua empresa e como adquirir os melhores equipamentos e sistemas para alcançar os mais elevados níveis qualitativos de segurança.

As pessoas físicas ou jurídicas, em sua grande maioria, não sabem avaliar adequadamente um bom projeto de segurança eletrônica, não por falta de competência ou experiência, mas sim por não disporem de informações suficientes sobre o que irão contratar ou comprar. Em geral, em decorrência dessa falta de conhecimento, acabam definindo a questão pelo pior quesito seletivo: o preço. O preço e importante porem deve–se levar em consideração se os serviços do fornecedor são compatíveis com o nível de segurança que você estar buscando e, sobretudo, com os sistemas que estarão empregando, se sua tradição e histórico com outros clientes avalizam sua conduta profissional, para, por fim, saber se os valores de seus serviços estão com preços justos.

Circuito fechado de TV (CFTV)

A simples presença das câmeras inibe possíveis atos indesejáveis e o registro visual de algum fato torna-se uma arma poderosa para a segurança de qualquer lugar, facilitando a administração, o controle e o atendimento, além de gerar mais confiabilidade e qualidade no serviço. Especialistas afirmam que as câmeras têm o poder de inibir ações de ladrões, eles se sentem como estivessem sendo observado por alguém e o material gravado pode ser usado posteriormente como prova se for necessário. Aplicável em qualquer ambiente empresarial.

Outras opções de segurança estão disponíveis no mercado. Escolha a melhor opção para sua empresa e faça da precaução seu aliado mais poderoso.

Por: Redação

#Um dia todos seremos peixes

Este não é um artigo de futebol. E muito menos sobre o time do Santos. Afinal eu sou Galo roxo. Cada pessoa tem seu time e sua própria paixão. Mas que você um dia será “Peixe”, isso com certeza será. E não é coincidência a data de lançamento deste artigo.

Estamos passando por uma segunda grande onda na internet. A primeira foi disseminada pela magia dos grandes negócios na internet, de fazer milionários do dia para a noite, apenas criando um site na web. Essa magia mergulhou todos nós fundo nesse ambiente tecnológico prometendo-nos informação, cultura e conectividade. A promessa foi cumprida, mas esta revolução foi apenas o início de um longo processo. O enriquecimento rápido que havia sido a mola mestra no passado, agora abre os mares novamente ensinando-nos agora que o “artigo internet” é de primeira necessidade, e não artigo de luxo. Estamos mergulhando em uma nova revolução: as Redes Sociais. Não foi preciso o congresso nos transformar todos em jornalistas. Com certeza um dia todos seremos de certa forma jornalistas de nós mesmos e estaremos presos nessa nova onda, dentro de um imenso mar de conhecimento. Em qualquer nível social que estivermos agora precisaremos estar ainda mais unidos uns aos outros. O torpedo do celular, o Messenger e o Orkut agora são tão novos quanto o Fax, TV a Cabo ou uso do computador. Ainda são essenciais ao dia a dia, mas prestes a sofrer grandes mudanças. Não será surpresa daqui algum tempo você tomar conhecimento do seu primeiro filho pela web, junto com centenas de amigos. Sua esposa vai lhe contar o novo “furo” entre 140 caracteres de mensagem no site Twitter, onde todos seus amigos já o seguem há tempos, entre uma novidade e outra, de forma instantânea. O mundo está disseminando rapidamente o fenômeno das redes sociais. Um ambiente que conecta as pessoas por ideias e não apenas por grupos ou comunidades. Muitos achavam que o Orkut era uma grande revolução onde todos criariam sua própria comunidade. O conceito continua sendo válido, mas agora as comunidades são criadas instantaneamente, por milhares de pessoas, que se interessaram pelas suas palavras, ditas há alguns segundos atrás. Através de uma simples procura pelo site “Twitter (http://www.twitter.com)”, você poderá ter milhares de seguidores.

Tudo vai depender do seu faro jornalístico ao divulgar um grande furo da sua vida pessoal ou profissional. Algo simples como “perdi a minha virgindade”, “comprei meu primeiro carro”, “o Galo vai ser campeão este ano” podem trazer milhares de seguidores instantaneamente, só porque o assunto lhes pareceu interessante. Você vai dizer se deseja que eles o sigam ou não. Eles vão escolher quem lhes parece interessante. O livro do romeno Alber Barabási intitulado “Linked – a nova ciência dos networks” demonstra que os sites que formam a internet têm determinadas propriedades matemáticas que dependem de três condições para ocorrer. A primeira é que a rede tem de se expandir e crescer. Esta condição de crescimento é tão importante quanto o conceito da “emergência” que segue junto com ela. Está em constante evolução e adaptação e se fortalece com a rede. A segunda refere-se a conexões preferenciais, ou seja, novos integrantes vão querer ligar e participar dela e com ainda mais conexões. A terceira denomina-se “aptidão competitiva” que implica sua taxa de atração. O assunto das redes agora é como o Tsunami no mar, vem na crista da onda para mexer com a comunidade acadêmica que estuda mudanças de comportamento. Um amigo mineiro e atleticano, Ricardo Borgatti, explicou no prefácio do livro acima a dinâmica destas redes: “De alguma forma sempre estivemos conectados uns aos outros, pois existe pelo menos um elo comum entre todos os seres vivos que é o planeta em que vivemos e no qual tecemos uma grande rede da vida.

Entretanto, apenas recentemente passamos a compreender melhor como dinâmicas de redes se desenvolvem”. Ele desenvolveu sua tese de doutorado neste tema e provou os conceitos. Não é por ser atleticano, mas tudo isso vai mudar novamente nossas vidas. O “Twitter” hoje se populariza na velocidade do orkut no Brasil. Nele quem tem mais seguidores desde 2007 é o Marcelo Tas, ele já foi ultrapassado pelo técnico do Corinthians, Mano Menezes e pelo Fantástico, da Globo. E seus seguidores mudarão e se inflarão instantaneamente de hoje para amanhã. Tudo vai depender do momento, das palavras e das idéias. Outro site, o Ning (http://www.ning.com), fundado por Marc Andreessen, o mesmo fundador da Netscape, responsável pela popularização da web em todo mundo, já superou a marca de um milhão de redes criadas e 700 mil usuários. É isso mesmo, o volume de redes é maior que o volume de usuários. E eles esperam que o número de redes chegue a quatro milhões até o ano que vem. Mais popularizado no Brasil, o Facebook (http://www.facebook.com) traz em sua cola o Plaxo (http://www.plaxo.com), que se esforça para fazer a interligação entre o FaceBook e o Twitter, sem falar do MySpace (http://www.twitter.com) e do Dihitt (http://www.dihitt.com.b r).

Não se importe se você ainda não ficou sabendo de um desses. Não é porque você é muito jovem ou que está ficando velho. A maré dos fatos, cedo ou tarde te pegará, mesmo que você resolva nadar em seu próprio aquário. De uma certa forma você vai ter que aprender a respirar debaixo d’água. É como o rio que navega para o mar. Será um fato a mais em sua vida, além do celular “multi-funções”, do computador ligado ao automóvel híbrido e da televisão digital.

Outro dia ouvi minha namorada me dizer que eu era um romântico. Que realmente eu acreditava no que fazia. E que isso era raro nos dias de hoje, onde as pessoas apenas seguem a onda. Eu estava vendo neste sábado um executivo, personagem romântico de um filme que passou na TV Globo, que retratava a velocidade dos negócios na época atual. Uma empresa comprando outra. Num dia você é o chefe. Em outro, o funcionário. No outro, engrossando a lista de desemprego. No futuro o que vai nos ater e nos fazer maiores do que somos hoje são nossas idéias, nossos conceitos, os valores que carregamos dia a dia. O mar vai invadir a sua casa de um dia para o outro. Quem vai ganhar a guerra dos valores ainda não sei.

Mas sei que eles se espalharão pelo mundo na velocidade de um clique do mouse.

Por: Márdel Vinicius de Faria Cardoso, Autor dos livros “Desenvolvimento Web para o Ensino Superior”, “Programação Web para o Ensino Superior” “A Um Passo de Mim” em 2009.  http://twitter.com/mardelcardoso

#Visite o concorrente com olhar de consumidor

A pesquisa “Mudanças no mercado brasileiro 2009”, divulgada recentemente pela ACNielsen aponta que o comportamento do brasileiro de classe média está mudando rapidamente, ou seja, o consumidor está diminuindo a frequência com que faz compras nos supermercados; e começou a trocar algumas das marcas que sempre compra o que indica muitas oportunidades para o reposicionamento de produtos e marcas existentes, além de lançamentos e aproveitamento de novos nichos de mercado.

Outra pesquisa, da consultoria Accenture, mostrou que a adaptação de soluções de concorrentes ou de empresas de outros setores é uma tática cada vez mais utilizada pelas companhias para manterem seus diferenciais competitivos. As empresas descobriram que as boas idéias não precisam vir apenas de seus funcionários. Adotar práticas de outros setores pode ser um método mais barato e eficiente de acordo com o estudo. Como forma de melhorar sua própria operação, o supermercadista pode visitar outras lojas, da concorrência ou de outro setor do varejo.

O superintendente da Associação ECR Brasil, Claudio Czapski, afirma que a primeira questão a ser avaliada ao entrar na loja é a largura dos corredores. Neste caminho, Czapski questiona se o espaço é adequado ao fluxo de pessoas e carrinhos, se os caixas cheios e carrinhos com produtos para reposição atrapalham a passagem, se a loja é organizada, bem sinalizada, atraente e inspiradora para uma experiência de compra diferenciada. “Nos detalhes é que muitas vezes se encontram soluções para problemas que temos no dia-a-dia”, emenda.

“Uma boa maneira de avaliar a exposição de uma loja é buscar um produto não tão comum e visível, como talvez um adoçante, e checar como está exposto, o número de marcas e de itens, se está junto de produtos diet ou não. Procure também categorias com muita variedade de itens, e faça-se passar por um cliente que busca informação sobre a diferença entre eles, verificando a habilidade e cordialidade da equipe com o atendimento”, diz Claudio Czapski.

Czapski explica que a facilidade para pegar um produto na gôndola também é muito importante. “Como estão expostos vidros, embalagens pesadas, o que está no alto e o que está perto do chão? Uma situação desagradável é tentar retirar um pote de vidro de conserva e ficar com medo de derrubar a pilha inteira.” Segundo ele, outra dica é procurar por itens com validade mais curta e checar quanto tempo ainda resta e qual a técnica de exposição do mesmo item com diferentes datas de validade na prateleira.

A ECR Brasil é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1997, que reúne mais de 60 empresas associadas e tem como missão difundir as ferramentas de Resposta Eficiente ao Consumidor (Efficient Consumer Response, em inglês), ou simplesmente ECR, sigla pela qual é conhecida no mundo inteiro. As principais ferramentas são gerenciamento por categoria, reposição eficiente e troca eletrônica de dados.

Por: Claudio Czapski, Superintendente da ECR Brasil

http://www.ecrbrasil.com.br

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#Nota Fiscal Eletrônica – DANFE

NF-e 2G – Vem ai a segunda geração da Nota Fiscal Eletrônica

Segue algumas orientações sobre o recebimento de uma DANFE e a confirmação da NF-e. Abaixo as principais dúvidas:

Como fica a confirmação de entrega da mercadoria com a NF-e, como acontecia com a NF modelo 1 ou 1-A, que era através do canhoto?

Não há alteração com relação aos procedimentos comerciais existentes com a nota fiscal em papel. No layout do DANFE, existe a previsão de um espaço (canhoto) destinado à confirmação da entrega da mercadoria.  Esse canhoto poderá ser destacado e entregue ao remetente.

Como proceder nos casos de recusa do recebimento da mercadoria em operação documentada por NF-e?

A recusa da mercadoria pode ocorrer de duas formas: ou o destinatário emite uma nota fiscal de devolução de compras, ou o destinatário recusa a mercadoria no verso do próprio DANFE, destacando os motivos que o levaram a isso. Na segunda hipótese, o emitente da NF-e irá emitir uma NF-e de entrada para receber a mercadoria devolvida.

É importante que o contribuinte observe os seguintes pressupostos abaixo:

* Como houve a circulação da mercadoria, a NF-e original não poderá ser cancelada.

*  Caso a  nota  fiscal  de devolução  emitida  pelo  comprador também  seja eletrônica, esta  deverá, como  todas as NF-e,  ser previamente  autorizada pelo Fisco e enviada para o destinatário da NF-e que deu origem a NF-e de devolução.

Como enviar a Nota Fiscal Eletrônica para o destinatário (comprador) que não tenha acesso à internet? E no caso de exportação de mercadorias?

A legislação não estabeleceu uma forma específica de envio da NF-e para o destinatário. Cabe ao vendedor (emissor da NF-e) encontrar a melhor forma de encaminhar ao seu cliente a NF-e. No caso do exportador, vale a mesma regra.

Os clientes têm obrigatoriedade de acessar algum site e imprimir a NF-e? Em quantas vias?

A Nota Fiscal Eletrônica é um documento eletrônico, digital, não podendo ser impressa. A impressão de seu conteúdo não tem valor jurídico, tampouco contábil/fiscal. É obrigação do destinatário verificar a autenticidade da NF-e por consulta ao Portal Nacional ou ao site da SEFAZ autorizadora.

Consulta da validade, existência e autorização de uma NF-e é obrigatória ou facultativa?

A consulta da validade, existência e autorização de uma NF-e é obrigatória por parte do destinatário da NF-e. Nos termos da cláusula décima, parágrafo primeiro, do Ajuste SINIEF nº07/2005, com redação dada pelo Ajuste SINIEF nº 04/2006:

“Parágrafo 1º – O destinatário deverá verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de Uso da NF-e.”

Fonte: FISCODATA

NF-e 2G – Vem ai a segunda geração da Nota Fiscal Eletrônica

A dinâmica de implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) não dá trégua. Findado o prazo para que empresas de mais 54 atividades econômicas migrem definitivamente do papel para o meio eletrônico, aumentando para quase uma centena o número de segmentos obrigados à escrituração digital, surge agora uma nova demanda: a NF-e de Segunda Geração. Se na primeira fase o sistema reuniu informações sobre o eminente e o destinatário, discriminando produtos, valores e impostos para fornecer a autorização legal em arquivo eletrônico, agora a ideia é documentar todos os eventos que ocorrem durante o ciclo de vida do documento fiscal, o que inclui do registro de saída do produto à confirmação do recebimento da mercadoria, passando por devolução, registro de roubo de carga, carta de correção e outras ocorrências.

O governo está fechando o cerco e refinando o controle de forma a prevenir fraudes, observa Marco Antônio Zanini, diretor-geral da NF-e do Brasil, do Grupo TBA. Ele explica que a segunda geração amplia a transparência das transações, impedindo malabarismos como artifício de emitir a nota fiscal para uma localidade com menor alíquota de imposto e, e de lá simular o envio da mercadoria a um novo destino. Não se poderá mais fazer a movimentação apenas no papel.  A carga terá de obrigatoriamente transitar entre os pontos, sendo que o efetivo recebimento da mercadoria deverá ser reportado de forma oficial ao Fisco.

Novos Ajustes                                                                             

A NF-e 2G teve seus parâmetros definidos pelo governo na versão 3.0 do Manual de integração do Contribuinte, disponível no link http://www.nfe.fazenda.gov.br/PORTAL/integracao.aspx é possível conhecer o conteúdo na integra, com detalhes sobre as especificações e os critérios técnicos para a integração entre os sistemas de informação das empresas e os portais das Secretarias da Fazenda dos Estados. Já na introdução o texto avisa que, devido à complexidade do projeto, outros ajustes podem vir a ser propostos, além dos já validados no documento.

A segunda geração da NF-e contempla novidades que resultam da evolução do modelo e dos aprendizados adquiridos desde a implantação do projeto. Trata-se de um avanço que abrangerá todos os contribuintes que já estão emitindo o documento eletronicamente e também aqueles que passarão a fazê-lo de agora em diante, afirma Jorge Campos, especialista fiscal e tributário da Aliz Inteligência Sustentada.

Para os novos entrantes, a mensagem é clara: a escrituração digital é um caminho sem volta, e o aperfeiçoamento do sistema será constante, não deixando espaço para soluções improvisadas e sem planejamento.

Fonte: Revista Exame

Por: João Baié de Lucena, Super Rede – MS