#Modelo de e-commerce de marketplace se consolida

Modelo já representa 25% do e-commerce no país

Marketplace é um portal de e-commerce colaborativo. Trata-se de um shopping virtual com dois níveis de acesso, um para consumidores e outra para lojistas. O lojista de um segmento de nicho ou não, dependendo da proposta do Marketplace, pode vender seus produtos através de um Marketplace de terceiros e o cliente, dentro de um só lugar, encontra produtos de diversos fornecedores e marcas.

O marketplace pode ser construído para um determinado segmento ou como um shopping virtual com departamentos e lojas de diferentes segmentos.

Para quem compra, a navegação é continua, idêntica a de uma loja virtual, porém com o diferencial de ter acesso a centenas de vendedores em um único site. Basta que o cliente escolha o(s) produto(s) que quer comprar e finalizar a compra com um único pagamento, inclusive com um único valor de frete também, independente se a compra inclui produtos de diversos vendedores. Depois de aprovada a compra o sistema divide o(s) pagamento(s) entre administrador, lojista e integrador de pagamento, permitindo maior liberdade e transparência entre as partes envolvidas

O mercado dos marketplaces tem atraído empreendedores e conquistado cada vez mais os consumidores brasileiros. O modelo de negócio virtual já é responsável por 25% do faturamento de todo comércio eletrônico no Brasil, aponta um levantamento da Ecommet, empresa de tecnologia que desenvolve sistemas inteligentes para automatizar e otimizar as vendas em marketplaces.

O Mercado Livre ainda é o maior do setor no país e transaciona mais de R$ 10 bilhões por ano no Brasil, o que mostra a importância e bom momento do segmento. Além do Mercado Livre, outros grandes varejistas entraram na “briga” do setor, como a Magazine Luiza, Netshoes e Via Varejo. Recentemente a Amazon também lançou um marketplace de livros no país.

“Mesmo com a recessão, o marketplace é o setor que mais cresce dentro do comércio eletrônico e em 2016 foi responsável por impulsionar as vendas online, já que muitas pessoas apostaram nesse modelo de negócio como alternativa para o desemprego ou como uma forma de completar a renda”, explica Frederico Flores, especialista em marketplaces e CEO da Ecommet.

E como se destacar neste modelo que está se consolidando no país? Muitos lojistas têm apostado em ferramentas que otimizam as vendas. Sistemas como a Becommerce, por exemplo, que automatiza todas as etapas de vendas, facilitam a vida de quem está vendendo nos marketplaces. É possível até mesmo contratar um robô para responder às dúvidas dos clientes, 24 horas por dia e sem intervenção humana. No Brasil, mais de 2.500 lojistas já utilizam o sistema dentro dos marketplaces. De acordo com levantamento da empresa realizado neste ano, lojistas que utilizam as ferramentas dobraram o faturamento em apenas seis meses. Já os pequenos e médio empresários estão apostando em serviços segmentados e nichos de mercado para se destacar dos grandes lojistas.

Por: Sebastião Barroso Felix


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