#O poder do fracasso – Parte 2

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Porque Fracassamos?

Por que arriscamos. Somente os tolos, os ingênuos, os imbecis e inúteis podem achar que vão realizar seus sonhos e vencer na vida, sem arriscar.

Somente aqueles dotados de iniciativa pessoal, de objetivos bem definidos, de crença ardente nos seus sonhos e iniciativa pessoal será capaz de se expor, arriscar e até fracassar.

Na vida temos que tomar muitas decisões. Algumas fáceis, outras difíceis. A maior parte dos erros que cometemos não se devem a decisões erradas. A maior parte dos erros se devem a indecisões. Temos que viver com a consequência das nossas decisões e pagar o preço pelas nossas indecisões. Tudo é arriscar. Rir é correr o risco de parecer um tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento. Expor os sentimentos é arriscar a expor-se a si mesmo. Expor suas ideias e sonhos é arriscar-se a perdê-los. Amar é correr o risco de não ser amado. Viver é correr o risco de morrer. Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de falhar. Os riscos precisam ser enfrentados, porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada. A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada. Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce, enfim não vive. Não correr risco é ser um servo da escravidão da própria liberdade. Apenas quem arrisca é livre.

O risco traz consigo uma enorme possibilidade de fracasso. Está intrínseco, faz parte do âmago dos desejos, da auto realização e dos sonhos. Está contido da mesma forma que a semente do fruto, que o própolis do mel, que o cheiro da flor. É o condimento que dará ao vencedor aquele gostinho de quero mais, que foi muito bom.

Por Que é Importante Não Fracassar Definitivamente

É importante não fracassar em definitivo, simplesmente porque precisamos da auto realização, a mola mestra da evolução humana. Se fracassarmos e não nos realizarmos não evoluiremos, e pôr conseguinte a humanidade também não o fará. Seria portanto da nossa parte um grande desserviço para a sociedade.

Abraham Maslow acreditava que as pessoas se desenvolviam por vários níveis para alcançar o seu pleno potencial. E os poucos que conseguiam chegar a este nível são denominados de auto realizadas. Os estudos de Maslow se voltavam para esse pequeno grupo de pessoas pois, segundo ele, elas seriam o farol, a bussola, que guiaria a humanidade rumo ao seu pleno potencial e desenvolvimento. A auto realização individual é importante, porque representa uma parte ínfima, mas de suma importância, do desenvolvimento humano, da evolução da humanidade dentro do universo.

A hierarquia de necessidades de Maslow, é uma divisão hierárquica, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Cada um tem que “escalar” uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto realização. Essa hierarquia consiste de cinco níveis, que se dividem da seguinte maneira: quatro níveis de motivação por deficiência e um nível denominado motivação existencial ou auto realizado. É justamente na busca de atingir essas necessidades ou deficiências, que somos movidos a arriscar e ao fazer isso também corremos o risco de fracassar.

O único nível da motivação existencial é a necessidade de auto realização. Nesse nível as pessoas tendem a desempenhar o seu potencial. É o desejo de tornar-se tudo o que se é capaz de vir a ser. Por isso, a busca incessante das pessoas pela auto realização, pois ela representa simplesmente o grande motivo de nossa existência, da nossa passagem pela terra. É na essência dizer para os que ficaram, após nossa inexistência, que deixamos nossa marca, nosso legado. É na prática um desejo natural da perpetuação da espécie, haja visto, que a auto realização é sinônimo da eficiência humana e portanto da garantia de continuidade. Para saber mais: http://potencialmaster.com.br/

Por: Sebastião Barroso Felix

#O poder do fracasso – Introdução
#O poder do fracasso – Parte 3

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