#O poder do fracasso – Parte 4

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O Inimigo Número Um do Fracasso

É a persistência. Ela é fundamental para existência humana. É uma daquelas qualidades que precisamos recorrentemente exercitar. É como uma corrida onde quem ganha não é exatamente o cavalo mais veloz e sim o que permanece nela até o fim. Essa analogia é ótima para nos manter firmes na busca por nossos objetivos e sonhos. Quando somos persistentes, agimos com convicção e atraímos boas energias e vibrações para as pessoas e eventos que ajudam nossos caminhos. Parece que o universo conspira mesmo a nosso favor. Mesmo quando as coisas não acontecem exatamente como queremos ou achamos que devem ser ou, se encontrarmos obstáculos e barreiras ao longo do caminho, é a persistente busca de nossos objetivos que acabará por torná-los realidade.

E isso vale para as corridas de cavalos, mas também para as nossas corridas pessoais e empresariais, os nossos objetivos e sonhos.

Se estamos comprometidos, persistentes e abertos à variedade de possibilidades e caminhos que nos levarão ao nosso “lugar desejado”, um dia vamos acordar e perceber que chegamos lá.

A persistência é o dom dos vitoriosos. É a bandeira dos guerreiros. É a bússola do navegador dos oceanos da vida chamados tropeços. A persistência tem o poder de modelar o caráter do homem. De fazer o sabor da vitória ter gosto de mel. É a aplicação da força de vontade, é convicção acesa, é a fé aplicada no que é positivo. Persistir. Mirar um alvo. Estabelecer uma meta. A persistência move nosso ser, a partir do momento que descobrimos um motivo para nossa existência. É a fórmula da auto realização. Quantos sonhos não se realizaram em nossa vida por ter nos faltado o poder da persistência. Quantas desilusões foram desfeitas por acreditarmos que valia a pena continuar. Quantas realizações não floresceram porque nos faltou a garra de começar de novo. Devemos ficar atentos que ainda é tempo de mudar o destino em busca da auto realização. Ainda há tempo para persistir, não importando quão grande tenha sido seu fracasso, mesmo que algumas pessoas o achem tolo, mesmo que tenha de remar contra a maré, mesmo que tenha de aparentemente abandonar os planos que pareciam certos, mesmo que tenha de começar do zero e fazer o que parece impossível. Todo fracasso é na verdade oportunidade disfarçada para é um recomeço e portanto um motivo um motivo para ir em frente.

A vida é repleta de sinais. A verdade é incontestável: somos o tempo todo, influenciados por sinais que indicam se devemos persistir ou não, se devemos continuar ou recomeçar. Esses sinais também revelam o caminho do nosso sonho, da nossa realização pessoal. Devemos sempre persistir nos nossos objetivos, metas e sonhos.
Faz parte da transformação pessoal e humana, aprender com os próprios erros. Seus erros e os dos outros tem um grande valor, eles são referenciais a ser evitados. Quanto mais erramos e caímos nesta vida, maiores serão nossas chances de sobreviver.

O que não nos mata ou destrói, simplesmente nos fortalece. O fracasso em forma de tropeços representam apenas matéria prima para construção do caminho a ser trilhado para o alcance dos objetivos e sonhos. Contudo, porém não podemos cair no mito de Sisífo. Esse mito narra o esforço inútil de uma pessoa, seu árduo e rotineiro trabalho, que nunca será concluído. Também fala do desejo humano de ser eterno, como os deuses, vencendo a morte.

Quantas pessoas estão rolando pedra morro acima? Quantas insistem num caso que nunca terá solução? Ou teimando em mudar outra pessoa para se satisfazer? Exercendo uma função rotineira e vazia? Quantas se acham num martírio sem fim? A maioria? Quantas vivem sob o domínio das ideologias sem questioná-las? Quanto dinheiro é gasto no inútil esforço de parar o tempo e se tornar jovem para sempre?

Até aqui tudo parece ser absurdo, pois quando se tenta reduzir a impossibilidade do mundo a um princípio racional e razoável, nada faz sentido. Mas, levar a sério até o que é absurdo, é reconhecer a contradição entre o desejo da razão humana e da insensatez do mundo. Sem o homem, não há absurdo. Então, por que viver uma vida vã e inútil? Ora, o que conta não é a melhor vida, mas como se deve vivê-la. Daí a liberdade. Todavia, para a maioria, ela também é um absurdo porém libertar-se é preciso. A liberdade no sentido mais amplo possível representa exatamente a realização pessoal, a tradução mais sublime da superação e da evolução humana.

Lembre-se: um fracasso temporário não é uma derrota permanente. Uma das grandes diferenças entre as pessoas de sucesso e as pessoas fracassadas é que quando as de sucesso não acertam de primeira vez, elas continuam tentando até acertar. Desistir não está no dicionário delas, logo a derrota que a maioria das pessoas tem é por mera DECISÃO ou ESCOLHA pessoal de continuar persistindo ou não.

Ou coisa é certa, se olharmos para as pessoas auto realizadas uma coisa elas têm em comum: erraram mais do que acertaram, porém os acertos foram proporcionalmente mais importantes do que os erros, daí o motivo do êxito. Para saber mais: http://potencialmaster.com.br/

Por: Sebastião Barroso Felix

#O poder do fracasso – Parte 3
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