# O poder do fracasso – Parte 5

Assista o vídeo Personal Consulting Online

Quem Fracassou?

Todos nós. Ou fracassamos ou iremos fracassar. É isso mesmo, em algum momento de nossas vidas, de nossas histórias, iremos nos abraçar e até ser acalentado com aquele que é um dos grandes medos da humanidade, o fracasso.

A história está recheada de fracassos. Poderíamos elencar milhões de exemplos de fracassos que impactaram toda a humanidade e de fracassos que de alguma forma ou de outra influenciaram à todos até hoje. Fracassos que mudaram radicalmente o caminho da humanidade.

Religiões, mitos e crenças fracassaram. Povos, impérios, reinados, monarquias e repúblicas falharam. Olhando para trás, na história e principalmente vendo como são as nações e o modo como vivem, podemos concluir o quanto são resultados de pequenos e até estrondosos fracassos, tanto no aspecto positivo quanto no negativo. Vejamos alguns exemplos:

Adão e Eva

O primeiro grande fracasso registrado na história e que impactou toda a humanidade está descrito na bíblia, quando faz referência a Adão e Eva, que foram colocados no Jardim do Éden para ali viverem e encherem a Terra com seus descendentes. Ambos, porém, primeiramente Eva e depois Adão teriam comido o fruto proibido da árvore da ciência (do “conhecimento do bem e do mal”) criada por Deus, e após o ocorrido, de acordo com o relato bíblico, toda a humanidade ficou privada da perfeição e da perspectiva de vida infindável. Surgiria aqui para os judeus, muçulmanos e cristãos a noção de pecado herdado – tendência inata de pecar – e a necessidade de um resgate da humanidade condenada à morte – consequência do maior fracasso da humanidade.

Jesus Cristo

Em 24 de Setembro de 2.015, após chegar à cidade de Nova Iorque, penúltima parada na sua viagem aos Estados Unidos, o Papa Francisco pronunciou uma homilia na oração das Vésperas com os sacerdotes, religiosas e religiosos de Nova Iorque na Catedral de São Patrício. Na ocasião, disse: “podemos ficar encastrados quando medimos o valor dos nossos esforços apostólicos pelo critério da eficiência, do funcionamento e do objetivo externo que governa o mundo dos negócios. Não digo que estas coisas não sejam importantes! Foi-nos confiada uma grande responsabilidade e o povo de Deus, justamente, espera resultados. Mas o verdadeiro valor do nosso apostolado é medido pelo valor que o mesmo tem aos olhos de Deus. Ver e avaliar as coisas a partir da perspectiva de Deus chama-nos para uma conversão constante ao primeiro tempo da nossa vocação e – nem é preciso dizê-lo – a uma grande humildade. A cruz mostra-nos uma maneira diferente de medir o alcance de nossos objetivos: a nós cabe-nos semear, e Deus vê os frutos do nosso trabalho. E se, às vezes, os nossos esforços e o nosso trabalho parecem gorar-se e não dar fruto, estamos a trilhar a mesma via de Jesus Cristo; a sua vida, humanamente falando, acabou com um fracasso: o fracasso da cruz”.

Jesus Cristo, de longe foi o Messias esperado pelo povo. O quadro depressivo que o acometeu no Getsêmani, sua prisão, os julgamentos, a “via crucis”, sua inércia na cruz, seu desamparo por Deus seguido da morte, em nada lembra uma boa história de herói. Quando ressuscita, aparece a poucos. O mundo não viu o Cristo ressurreto, só pôde ver o Filho de Deus morto na cruz.

Moisés

O grande libertador, fracassou. Conduziu uma nação inteira para um lugar em que ele mesmo não pôde viver (Dt 34.4).

Davi

O garoto frágil e plebeu que fez tombar o gigante, quando nobre poderoso tombou diante de uma mulher indefesa (2 Sm 11).

Elias

O profeta que fez descer fogo do céu também fracassou. Não esperou um dia depois do fogo para fugir deprimido em busca do suicídio (1 Rs 19).

Maria

A virgem corajosa que deu à luz o Filho de Deus, comportou-se como uma mãe manipuladora tentando ensinar Jesus a ser o Cristo: “Que temos nós em comum, mulher? A minha hora ainda não chegou” (Jo 2.4) – replicou Jesus.

Pedro

O intrépido decepador de orelhas, fraquejou diante da serva da casa de Caifás, traiu aquele a quem mais amou em toda a sua vida (Jo 18.15-18).

Sansão

A história de Sansão no intenso e desajeitado livro dos Juízes (13-16) é marcada por fatos que o tornam um infeliz privilegiado. Sansão foi um milagre desde o nascimento. Sua mãe era estéril até ele ser concebido, sob a promessa de Deus de que seria o libertador de Israel.

Porém a história de Sansão também é marcada pela decadência. O capítulo final é funesto, sombrio e deprimente. Sansão foi derrotado pela fantasia de indestrutibilidade. Dalila insistiu e arrancou-lhe o segredo para tanta força. Traído e preso, teve os olhos perfurados. Foi humilhado e serviu de diversão para os inimigos. Por um lapso vexatório de tempo, tornou os deuses falsos mais verdadeiros que o Deus bíblico.

Salomão

Salomão foi o homem mais rico do mundo de todos os tempos. Mostrou ser uma pessoa de sabedoria incrível. Conhecia todos os segredos da história da humanidade, dominava todos os conhecimentos da sua época, bem como do passado. Muitos reis se aconselhavam com ele, inclusive a rainha de Sabá. Muitas obras de literatura e construção são imputadas o seu crédito a Salomão. Teve 1.000 mulheres, entre hebreias e de outras as partes do mundo. Apesar de tudo isso, ele fracassou e com sua morte seu império foi esfacelado pela dissidência de várias tribos.

Império Otomano

Também conhecido como Império Turco, seu território ocupou partes da África, Ásia e Europa, e foi estabelecido definitivamente em meados do século 15, quando Mehmed II conquistou Constantinopla e transformou o sultanato otomano em império.

Como o Estado Otomano era multicultural, uma das preocupações dos governantes era a de crescer economicamente sem afetar de forma muito drástica as atividades comerciais, crenças, tradições e vidas de seus súditos. O Império Otomano persistiu durante mais de 600 anos — mais precisamente, até a sua dissolução em 1923, quando a República da Turquia foi proclamada.

Demorou, foram mais de 600 anos, para que o império da forma como fora concebido ruísse, mas enfim, o fracasso bateu à porta nessa forma de governar.

Macedônia Antiga

Esse reinado existiu entre 808 a.C. e 168 a.C., mas conquistou seu apogeu territorial em apenas 12 anos sob o comando de Alexandre, o Grande, que tinha como objetivo desbravar os mares e chegar até os confins do mundo. Assim, com esse propósito em mente, o comandante e conquistador mais lendário do mundo antigo conseguiu estender seu império do Mar Jônico — localizado entre a Grécia, Albânia e Itália — até o Himalaia. E fez isso aos 20 anos de idade, quando se tornou rei, até a sua trágica e precoce morte, aos 32 anos. Um grande fracasso para um apogeu e queda depois de grandes e triunfais batalhas.

Império Mongol

Conhecido como o maior império em área contígua da História, o Império Mongol foi fundado por Genghis Khan em 1206 e, sob o seu comandado, chegou a contar com cerca de 33 milhões de quilômetros quadrados em seu apogeu. O território mongol se estendia desde a península da Coreia até o Danúbio, incluindo algumas das nações mais povoadas e avançadas da época, como o Iraque, Irã, China, assim como países da Ásia Central e da Ásia Menor. Após a morte de Genghis Khan em 1227, o império começou a entrar em declínio e foi dissolvido em 1368. Um grande e colossal fracasso após mais de 150 anos de imperialismo.

Califado Omíada

Existiu de 661 a 750, e foi o segundo dos quatro califados islâmicos estabelecidos após a morte de Maomé. Seu território se estendia por uma área de aproximadamente 15 milhões de quilômetros quadrados, incorporando a região do Cáucaso, que hoje corresponde ao Uzbequistão, Tadjiquistão e sudoeste do Cazaquistão, o Sind (uma das quatro províncias do Paquistão), o noroeste da África e a Península Ibérica. Na época em que existiu, o Califado Omíada se transformou no maior império que o mundo já havia visto, e ele foi o quinto maior de todos os que existiram ao longo da História. Suas capitais foram Damasco, atual capital da Síria, e Córdoba, na Espanha, e o período em o califado perdurou ficou conhecido como Era Dourada da civilização árabe. Com duração de aproximadamente 90 anos o império ruiu.

Império Aquemênida

Conhecido por muitos como o Primeiro Império Persa, o Império Aquemênida foi fundado por volta de 550 a.C. por Ciro, o Grande e, em seu apogeu — então sob o comando de Dario I — ocupou um território enorme, que hoje corresponde à Grécia, Bulgária, Líbia e Paquistão, assim como algumas regiões do Cáucaso, Sudão e Ásia Central. Aliás, considerando que o Império Aquemênida contava com cerca de 50 milhões de habitantes, isso significa que, naquela época, 44% da população mundial vivia em seu território, fazendo dele o maior império em termos populacionais de todos os tempos. Sua sucessão de monarcas tinha como objetivo unificar as tribos e nacionalidades ao longo das complexas vias que foram construídas para interligar o império — mas ele foi derrubado por volta do ano 330 a.C., depois de o exército de Alexandre, o Grande, invadir o território e dominar os persas. Mesmo um colossal império, com duração de 220 anos fracassou, o que dizer então de pessoas, indivíduos singulares e simples mortais como nós.

Todos falham. Não importa onde, quando, com quem. Na vida pessoal, amorosa, profissional ou empresarial. Numa questão de tempo, ele aparece, de forma despretensiosa, tímida e até humildemente. Todos que chegaram ao topo tiveram fracassos anteriores e suportaram muitas rejeições.

Fracassados Ilustres

Para alguns parece que o fracasso está no seu DNA.  Contudo nos parece que o número de tropeços é desproporcional ao número de triunfos, de batalhas vencidas e de objetivos alcançados. E de forma absoluta e contundente nos mostra que não há absolutamente realização pessoal sem fracassos.

John Creasey

O mais espantoso número de rejeições e fracassos temporários é muito, provável, o caso de John Creasey, o mais popular escritor britânico de romances policiais de todos os tempos. Foram 743 rejeições antes de conseguir publicar o primeiro de seus 562 livros, entre os quais dezenas de Best-sellers. Não resta dúvidas diante de um número tão expressivo que foram 743 enganos e 743 pessoas certamente muito tristes depois do triunfo do escritor.

Henry Ford

Henry Ford fracassou e foi à falência cinco vezes antes de, finalmente, ser bem sucedido. Na verdade, durante toda seu percurso entre suas constantes quedas até atingir sua ascensão, Ford foi vítima de críticos que diziam que NUNCA o homem substituiria os cavalos por máquinas. Certamente eles estavam redondamente enganados.

Charles Darwin

Quem não conhece o famoso criador da Teoria da Evolução? Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução, desistiu da carreira médica e ouviu de seu pai: “Você só liga para caça e cachorros.” Em sua biografia, Darwin escreveu: “Eu era considerado por todos os meus mestres e por meu pai um garoto comum, intelectualmente bem abaixo do padrão médio.”  A Teoria da Evolução é uma das principais fontes da revolução do pensamento do seu século, principalmente porque incide em uma assunto do qual todos sabemos o quão delicado é: Religião. Apesar do brilhantismo, Darwin acabou sendo vítima da sua própria criação sendo rejeitado por amigos e familiares que presos aos conceitos retrógrados da sociedade da época não poderiam conceber suas ideias. Demorou 20 anos para lançar o livro a revolução das espécies simplesmente por medo da crítica.

Thomas Edison

Um dos maiores inventores que o mundo conheceu, Thomas Edison, registrou durante sua vida mais de 1000 patentes. Edison não apenas mudou o mundo em que vivia, suas invenções ajudaram a criar outro muito diferente: este em que vivemos hoje. Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema. E você acha que antes de obter o sucesso, ele era reconhecido como uma pessoa inteligentíssima? Para se ter uma ideia, os professores de Thomas Edison disseram que ele era burro demais para aprender qualquer coisa. E tem mais: quando Edison apresentava seus projetos sempre aparecia um “espertinho” para duvidar e dizer que não daria certo. Porém isso nunca o fez desistir e demonstrar a todos quem é que estava com a razão.

Nikolas Teslas

Talvez o mais genial de todos os que compõem a lista e o menos glamoroso. Nikolas Teslas foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e eletrotécnica, de etnia sérvia nascido na aldeia de Smiljan,Vojna Krajina, no território da atual Croácia. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência eléctrica em corrente alterna (AC), incluindo os sistemas de distribuição de energia multifásicos e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial. Teslas era descrito como um ser misterioso. Completamente antissocial, Teslas estudava muito, passava mais de 11 horas por dia estudando. O resultado não poderia ser outro senão uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos. Tão brilhante que algumas das suas invenções são um mistério para nossa ciência atual, inspirando várias lendas e conspirações como o famoso evento de Tunguska e o terrível “Raio da Morte”.  No entanto, o que a história nos ensina é que, os homens nunca aprendem com a sua própria história. Teslas foi considerado louco pela sociedade e foi subestimado pelo próprio Edison (que ironia) que disse que a Corrente Alternada nunca funcionaria e fez o possível para desacreditar o mesmo perante o meio cientifico. No final, Edison não obteve êxito e o sistema polifásico de Tesla foi adotado.

Louis Pasteur

Nasceu em Dôle, Jura, na França, a 27 de dezembro de 1822, e morreu em Villeneuve l’Étang, Seine-et-Oise, França, a 28 de setembro de 1895. Pasteur foi um dos maiores cientistas da história, sendo lembrado por suas notáveis descobertas das causas e prevenções de doenças. Suas descobertas reduziram a mortalidade de febre puerperal, e ele criou a primeira vacina para a raiva. Seus experimentos deram fundamento para a teoria microbiológica da doença. Foi mais conhecido do público em geral por inventar um método para impedir que leite e vinho causem doenças, um processo que veio a ser chamado pasteurização. Ele é considerado um dos três principais fundadores do microbiologia, juntamente com Ferdinand Cohne e Robert Koch. Pasteur também fez muitas descobertas no campo da química, principalmente a base molecular para o assimetria de certos cristais.

Entretanto se engana quem pensa que Pasteur era considerado um gênio em sua época. Em 1842 obteve o bacharelado em ciências, em Besançon, sendo-lhe atribuída a nota de “medíocre” em química. Isso mesmo, “medíocre”! Entre os 22 alunos de química, ele foi o décimo quinto. Suas ideias e pensamentos avançados sobre assuntos que a maioria desconhecia (mesmo porque ele que elaborou os fundamentos) eram considerados tolices por seus superiores e colegas. No final das contas, o tempo se encarregou de mostrar quem era verdadeiramente tolo.

Albert Einstein

O mais célebre cientista do século 20, foi o físico que propôs a teoria da relatividade. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1921. Einstein tornou-se famoso mundialmente, um sinônimo de inteligência. Suas descobertas provocaram uma verdadeira revolução do pensamento humano, com interpretações filosóficas das mais diversas tendências. Muitos conhecem o gênio, porém poucos conhecem a sua história e a dificuldade no seu caminho. Einsten apresentava dificuldades na fala, conseguindo falar pela primeira vez aos quatro anos de idade. Seu professor o descreveu como “mentalmente lento, não-sociável e sempre perdido em seus sonhos.” Foi expulso da escola e recusado na Escola Politécnica de Zurique. Era um “caso perdido” segundo seus mestres. Antes da comprovação da sua Teoria em 1919, Einsten era tido no meio cientifico como sonhador, muitas vezes, alvo de deboches e chacotas. O fato é que hoje, todos os que riram, debocharam e subestimaram Einsten morreram e foram esquecidos, enquanto ele marcou o seu nome na História como uma das pessoas mais inteligente que já pisaram na superfície terrestre.

Michel Foucault

Nascido em Poitiers, França, no ano de 1926, Foucault veio de uma família de médicos, frustrando seu pai ao escolher outra área de atuação. Já na escola, o filósofo recebeu influências suficientes para caminhar pela filosofia, onde seu primeiro mentor foi o Padre De Montsabert, de quem pegou o gosto pela história.

Autodidata, Foucault viveu durante o contexto da Segunda Guerra Mundial, o que o fez se interessar ainda mais pelas Ciências Humanas. Ao fim da guerra, o filósofo mudou-se para Paris, onde estudou filosofia e psicologia. Sempre curioso e inquieto a respeito da existência, Michel Foucault tentou suicídio muitas vezes.

No ano de 1951, Foucault começa a dar aulas de psicologia e, no mesmo ano, tem uma experiência como interno (doente mental) no Hospital Psiquiátrico de Saint-Anne que influencia seu trabalho sobre a loucura. Em 1984, em Paris, Foucault falece vítima da AIDS e suas consequências, deixando inacabada sua obra “História da Sexualidade”.

Walt Disney

Antes de construir o império que todos nós conhecemos, Walt Disney foi demitido de um jornal porque o editor acreditava que ele não tinha boas ideias. Em 1921, Disney fundou a sua primeira empresa de animação em Kansas, onde fez um acordo com uma empresa para a distribuição de seus cartoons em Nova Iorque, aonde a empresa distribuiria os materiais de Disney e pagaria apenas 6 meses depois. O resultado disso foi que ele foi forçado a dissolver a sua companhia em um momento em que não poderia nem pagar o aluguel e, sobreviveu, supostamente, comendo comida de cachorro. Além disso, quando Walt foi à MGM para distribuir Mickey em 1927 ele foi avisado que a ideia de um rato nunca iria funcionar porque ia aterrorizar as mulheres.

Bill Gates

Em 1970, Bill Gates e Paul Allen fundaram uma empresa de tecnologia, a Traf-O-Data, que era dedicada a automatizar relatórios de trânsito. Era uma excelente solução para um problema que ninguém tinha.  Anos depois do erro, os dois amigos não desistiram do sonho e tentaram novamente. Com a persistência surgiu a Microsoft, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo que trouxe enormes inovações e contribuições para a tecnologia como a conhecemos hoje.

 Steven Spielberg

Foi rejeitado pela Universidade do Sul da Califórnia na Escola de Teatro, Cinema e Televisão 3 vezes. Ele acabou frequentando a escola em outro local, só para sair e se transformar em um diretor antes mesmo de terminar. Depois de 35 anos, Spielberg voltou para a escola em 2002 para finalmente obter o seu diploma. “Eu queria fazer isso por muitos anos como um agradecimento aos meus pais por me dar a oportunidade de uma educação e de uma carreira”, disse Spielberg em um comunicado. “E como uma nota pessoal para a minha família – e todos os jovens – sobre a importância de alcançar as suas metas de educação”.

Steve Jobs

Um caso de abandono da faculdade, de executivo demitido e um homem de negócios sem sucesso. Aos 30 anos de idade, ele foi simplesmente afastado e demitido, sem cerimônias, da empresa que fundou. Em 2005, em um discurso na Universidade de Stanford, Jobs explicou: “eu não vi isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser novamente um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me libertou para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida”. Após seu retorno à Apple, Jobs criou vários produtos ícones e revolucionários, como o iPod, iPhone e iPad, que mudou a face da tecnologia, mais uma vez.

Joanne Rowling

Ou J. K. Rowling, era mãe solteira e estava desempregada quando começou a escrever sobre Harry Potter, seus amigos e a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ela conta que a figura do bruxo com uma cicatriz em formato de raio na testa surgiu inesperadamente em sua cabeça, durante uma viagem de trem em 1990. A história criada ao entorno do personagem Harry Potter ajudava Rowling a passar o tempo, enquanto enfrentava uma depressão e dificuldades financeiras. A escritora apresentou “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, o primeiro livro da sequência, a oito editoras diferentes antes de conseguir publicá-lo, em 1997, pela Bloomsbury Press. A obra conta hoje com mais de 120 milhões de cópias comercializadas. Toda a série Harry Potter foi traduzida para mais de 67 idiomas e vendeu cerca de 1 bilhão de exemplares até dezembro de 2011. Com o grande sucesso de seus livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura. Para saber mais: http://potencialmaster.com.br/

Por: Sebastião Barroso Felix

#O poder do fracasso – Parte 4
#O poder do fracasso – Parte 6

Olá deixe seu comentário aqui