#Por que as grandes empresas são grandes?

Primeiramente elas são e estão grandes, porque pensam grande. Se não fosse assim, com certeza seriam pequenas ou até nem existiriam mais.

O que muita gente não parou ainda pra pensar é que elas não se tornaram grande à toa, sem mérito, sem muito trabalho. Essas empresas enormes de hoje, em outrora, foram pequenas, contudo ao longo do tempo, tomaram mais decisões acertadas, corretas do que erradas, incorretas, por isso, conseguiram se sobressair.

Mas, como tomar as decisões mais acertadas, corretas do que erradas e incorretas? Muitos fatores podem contribuir pra isso, entretanto, nenhum outro é tão fácil e de custo tão baixo, como aquele que atende pelo nome de “informações”.

Muitas decisões acertadas, tomadas pelas empresas, que para muitos, parece sorte, uma coisa fortuita, ao acaso, foram na realidade subsidiadas e até direcionadas por informações. Na maioria dos casos, muitas informações.

Para refletirmos sobre o assunto, vamos imaginar um único segmento de mercado, os bancos. Por que será que ganham tanto dinheiro? Como eles fazem para nunca perderem? Ou pelo menos não apresentarem prejuízo na apuração dos seus resultados. Simples: muita informação. O setor bancário é um dos que mais utilizam informações, nas tomadas de decisões. Desde de um simples empréstimo pessoal, até as grandes operações de crédito, todas as decisões são baseadas em muitas informações.

Graças as informações, os bancos estão ganhando dinheiro, como nunca, mesmo em plena crise. Por que isso? Por que todas as decisões tomadas antes, no início e hoje durante a crise, foram e são baseadas em informações. Neste caso específico, informações que levaram a determinadas conclusões de previsões do que ia acontecer com o mercado.

Enquanto a maioria de nós se quer imaginava uma crise pela frente, os bancos, com todas as informações em mãos e a conclusão de determinadas previsões, entre elas, a crise que se iniciaria, tomou suas decisões ou melhor “precauções”. Entre estas precauções, diminui os volumes de concessão de crédito em geral, eliminou clientes “duvidosos” – potenciais inadimplentes, suspendeu linhas de crédito específicas para alguns segmentos de mercado mais suscetíveis à crise, como as empresas de varejo de bens duráveis, construção civil, entre outros.

Assim, com informações, que subsidiaram sobremaneira a tomada de decisão dos bancos, estes diminuíram suas perdas, fazendo com que os ganhos fossem maiores.

Por: Sebastião Barroso Felix


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