#Quem chega primeiro bebe água limpa

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Não sei quem disse essa frase, e tampouco onde e quando foi dita, contudo ela é, talvez, mais verdadeira hoje do que quando foi pronunciada pela primeira vez.

Há tempos percebo que uma das principais análises que faço, e que com certeza outros fazem também, é do tempo em que as pessoas da sua relação comercial e pessoal estão nas redes sociais.

Vez ou outra me pego, olhando o perfil de alguém e verificando desde quando está em determinada rede social. Isso me dá algumas informações sobre a pessoa. Se ela está há muito tempo, concluo que é uma pessoa antenada, que é bem informada, que acompanha as tendências, está aberta ao novo, que é familiarizada com as redes e assim por diante, dependendo de suas postagens e de comentários de seus amigos, ainda concluo que é uma pessoa inteligente, responsável, amável, educada, que se relaciona bem com os colegas. Quando tenho contato com alguém que está há pouco tempo nas redes ou não a encontro em nenhuma delas, fico preocupado. Nas relações comerciais hoje, é impossível contratar o serviço de um profissional desconhecido sem fazer essa análise. Percebo isso claramente nos meus perfis, principalmente nas redes sociais voltadas à parte profissional. Basta ter o contato com um cliente potencial, que logo, descubro visitas suas aos meus perfis, às vezes até com solicitações de amizade.

Talvez até seja preconceito, mas não tem outro caminho. A forma mais rápida hoje de obter informações das pessoas é nas redes sociais. Se de um lado, as informações que encontramos podem não ser totalmente verdadeiras, por outro, não ter informação nenhuma é pior ainda. Todos nós sabemos dessa importância, o que muitos não percebem é que essa tendência deve ser cada vez maior.

Esses dias tomei a decisão de contratar um determinado profissional, entre outros que tinham a mesma qualificação e experiência em uma plataforma de freelancer, exclusivamente porque percebi que ele tinha mais tempo de cadastro. Aliás, nesse tipo de solução a tendência é isso ser cada vez mais importante. Como tudo indica que caminhamos para uma sociedade de trabalhadores autônomos, está inserido nelas, mesmo que inativos no momento, lá na frente, quando por ventura estivermos oferecendo nossos serviços através de algumas delas, isso fará uma grande diferença.

A rápida mudança que estamos vivendo da economia industrial para a economia do conhecimento tornou o modelo de trabalho das grandes corporações obsoleto. Hierarquias rígidas, comando e controle, falta de autonomia, carreiras engessadas e rigidez na definição das atividades tem provocado uma verdadeira diáspora do mundo corporativo, sobretudo para o mais jovens que sofrem um choque quando vêm que o mundo rápido, dinâmico, colaborativo e digital no qual cresceram está bem longe da realidade que encontram nas empresas.

O mundo corporativo está chato e esse é um tema quente nos RHs mundo afora. Dos vários estudiosos que pesquisam o tema de relações do trabalho e seu futuro, eu gosto bastante do pensamento do Thomas Malone do MIT. Ele diz que quanto mais os custos de comunicação caírem (custo da banda larga, para manter um domínio e página na web, ferramentas para montar um site, etc), maior a tendência para o crescimento das microempresas especializadas, ao limite de você ser a sua empresa!  E é exatamente o caminho que percebemos iniciar aqui no Brasil. Hoje é muito barato começar um negócio online, o investimento financeiro e de tempo para conhecer as ferramentas básicas é baixo se comparado com outros formas de criar um negócio próprio. E a tendência é ficar cada vez mais acessível e barato com ferramentas cada vez mais amigáveis e de custo baixo.

Nesse contexto uma das principais modalidades, que apresentou um crescimento de mais de 50% nos últimos 5 anos, segundo a Business Insider, é a atividade de freelancer, ou freela, como é mais conhecida aqui no Brasil. O freela é um profissional autônomo que se auto emprega em diferentes empresas ou, ainda, guia seus trabalhos por projetos, captando e atendendo seus clientes de forma independente. Para saber mais sobre esse e outros assuntos relacionados acesse: http://jobday.com.br/, ou: http://potencialmaster.com.br/blog/, ou: http://netead.com.br/

Por: Sebastião Barroso Felix

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